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(Foto: Divulgação/Beau Grealy)
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cinema

Oscar 2026: Capa e recheio de revista, Wagner Moura comenta sobre censura, Kleber Mendonça Filho e “O Agente Secreto”

Com a campanha para o Oscar ganhando força, Wagner Moura voltou a falar abertamente sobre os impactos da censura sofrida por “Marighella” e como o episódio marcou sua trajetória artística.

O ator e diretor participou de uma roda de conversa promovida pela revista The Hollywood Reporter, divulgada nesta sexta-feira (2), que reuniu alguns dos principais nomes do cinema internacional na atualidade.

Durante a roda de conversa da revista, Moura comentou os desafios políticos e culturais que marcaram o lançamento do filme em 2019.

Nesse contexto, o ator falou sobre o processo criativo de “O Agente Secreto”, desenvolvido em meio à turbulência política brasileira entre 2018 e 2022, período que atravessou diretamente a construção narrativa do filme, em parceria com o diretor Kleber Mendonça Filho.

 

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Na conversa, Moura também refletiu sobre sua trajetória internacional.

Antes de se tornar um nome conhecido fora do Brasil, o ator já vivia um momento de sucesso com filmes como “Tropa de Elite”, vencedor do Urso de Ouro no Festival de Berlim em 2007.

Ainda assim, sua projeção global só se consolidou quando o público norte-americano passou a consumir mais produções legendadas, cenário que abriu espaço para o fenômeno “Narcos”.

Segundo Wagner, a série foi determinante para torná-lo reconhecido mundialmente. Ele relembrou que, em qualquer lugar do mundo, era imediatamente associado a Pablo Escobar, personagem que marcou sua carreira e ampliou seu alcance internacional de forma definitiva.

Mesmo com a consolidação em Hollywood, o ator destacou que nunca teve como objetivo “tentar a sorte” na indústria americana. Para ele, sua identidade brasileira sempre foi um diferencial, não um obstáculo.

Wagner afirmou que jamais quis perder o sotaque ou se moldar a um padrão, reforçando que representa milhões de brasileiros que falam com diferentes acentos e carregam suas próprias referências culturais.

Ao lado de Mark Hammil, Jacob Elordi, Dwayne Johnson, Michael B. Jordan, Adam Sandler e Jeremy Allen White, o baiano reforça a importância de contar histórias que provocam, incomodam e ajudam a compreender o Brasil.

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