“Wicked: Parte 2” já chegou aos cinemas e vem dividindo opiniões da crítica. Ariana Grande e Cynthia Erivo são amplamente elogiadas por suas performances, mas a longa duração e o uso excessivo de CGI têm recebido comentários negativos. Confira abaixo, algumas críticas que destacam os pontos positivos e negativos do longa:
Roberto Sadovski (UOL)
“Wicked: Parte 2” é uma tremenda picaretagem. Talvez o filme mais desnecessário jamais cometido pela Hollywood moderna, a continuação do sucesso do ano passado é uma casca vazia, um simulacro de cinema sem emoção ou propósito, um filme que gasta mais de duas horas versando sobre o nada e termina patinando sobre esse mesmo vazio.
Clarisse Loughrey (The Independent)
“Wicked: Parte 2” demonstra pouca sensação de movimento, literal ou emocional – nenhuma revelação profunda, nenhuma maravilha ou espetáculo. Tudo o que resta agora é que cada personagem processe, por meio de baladas padronizadas, o que aprendeu, enquanto vagueia sem rumo por bosques mal iluminados ou quartos cor-de-rosa millennial, no mesmo ciclo de planos médios e closes.
Dora Guerra (g1)
Da icônica “For Good” até a tocante cena final, a ideia aqui é emocionar, fazer você pensar em amigos e família (se puder assistir com eles, melhor ainda). Dá certo: até na cabine de imprensa, tinha gente fungando no fim. Ao todo, a adaptação eleva o nível da peça da Broadway, expandindo o universo e aprofundando a história. Finalmente, fãs de “Wicked” podem respirar aliviados: os filmes não estragaram nada — muito pelo contrário, só deixaram tudo mais grandioso.
David Rooney (The Hollywood Reporter)
A música de Glinda proporciona um acesso íntimo a um momento de crise pessoal, enquanto ela faz uma análise honesta de suas prioridades e privilégios, buscando encontrar sua bússola moral. Grande a inunda de tanta emoção que humaniza e enriquece a personagem e, por extensão, todo o filme.
Pedro Henrique Ribeiro (Omelete)
Mesmo com mais de duas horas, Wicked: Parte 2 parece estar correndo do início ao fim. Sem tempo de olhar para o lado, a produção segue sem parar para o desfecho de suas duas protagonistas, enquanto o resto é deixado para trás. Sem o mesmo brilho do original, a sequência encanta pela sua beleza, mas perde força com um ritmo quebrado e tensões que não se mantêm até o fim.
Na continuação, Elphaba é oficialmente vista como a Bruxa Má do Oeste e passa a enfrentar o regime do Mágico enquanto vive na clandestinidade. Glinda assume uma posição de destaque em Oz, mesmo carregando o peso das próprias escolhas. Confira o trailer abaixo:
“Wicked: Parte 2” já está em cartaz nos cinemas brasileiro.
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