O momento mais aguardado dos últimos meses chegou. O Brasil comeu poeira e Fernanda Torres infelizmente, não levou o Oscar de Melhor Atriz. A cerimônia ocorreu neste domingo (2), diretamente do Dolby Theatre, em Los Angeles.
A escolhida foi Mikey Madison por seu trabalho em “Anora“, um dos grandes destaques da noite. Ela, uma estreante, e a filha de Fernanda Montenegro disputavam a estatueta com outras veteranas, entre as quais Demi Moore, de “A Substância”, Cynthia Erivo, de “Wicked” e Karla Sofía Gascón, de “Emilia Perez”.
Em seu discurso de agradecimento, Madison afirmou:
“Estar aqui neste recinto é uma coisa incrível. Quero reconhecer as profissionais do sexo, vou continuar apoiando-as e sendo aliadas, mulheres maravilhosas. Essa comunidade foi um ponto forte desta experiência incrível. O trabalho das indicadas desta categoria, que honra ser reconhecida junto de vocês. É um sonho que se tornou realidade”.
Antes de Torres, apenas uma atriz brasileira — entre outras cinco latinas — havia concorrido à honraria: Fernanda Montenegro, a mãe de Torres, que em 1999 entrou em campanha com o longa “Central do Brasil” (1998), também dirigido por Walter Salles.
Em “Ainda Estou Aqui” (lançado no mercado de língua inglesa como “I’m Still Here”), somos apresentados aos dramas pessoais e coletivos da ditadura militar através da figura de Eunice Paiva (Torres), professora, advogada e ativista pelos direitos humanos.
Após o marido, o ex-deputado Rubens Paiva (Selton Mello) ser detido, torturado e morto pelo regime militar, ela precisa se reinventar não apenas para cuidar dos 5 filhos do casal, mas também para começar uma luta em defesa da democracia que duraria até o fim da vida.
A obra, que rendeu a Torres, em janeiro, o Globo de Ouro na categoria Melhor Atriz em Drama, também disputou hoje os prêmios de melhor filme internacional e melhor filme, considerado o mais importante da noite.
“Ainda Estou Aqui” está disponível exclusivamente nos cinemas, até o momento.
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