Em entrevista à revista Vogue, a atriz Fernanda Torres contou quais são os seus planos para depois da cerimônia de entrega do Oscar. Além de dormir, a diva afirmou que tem alguns projetos engatilhados.
“Vou dormir. Escrevi uma série de seis episódios sobre a qual estamos negociando, e também escrevi um roteiro de filme. Minha vida continua como sempre foi. Não sei se vai ser diferente. Acho que não”, afirmou.
Na mesma conversa, conduzida pela jornalista Lisa Wong Macabasco, Torres foi questionada sobre “episódios controversos” envolvendo a corrida para a estatueta dourada. Nomes de concorrentes não foram citados e a atriz seguiu na mesma linha ao dar sua resposta.
“Tenho trabalhado tanto na campanha do filme, é sobre-humano. Viajo sete horas aqui, cinco horas ali, 20 horas, fazendo exibições e perguntas e respostas”, explicou. “O Brasil é muito, muito forte na internet. Os artistas no Brasil tiveram que aprender a navegar nessa coisa selvagem nos últimos dez anos. Artistas foram alvos de fake news, de agressividade. Ao mesmo tempo, a internet é maravilhosa para um artista independente como eu, pois me permite lançar minhas peças e livros.”
“Estou em choque com o que aconteceu. É triste, é realmente chocante. Mas sou totalmente contra a cultura de ódio na internet. Eu já fui alvo, e sempre lutei contra isso”, finalizou.
O filme “Ainda Estou Aqui”, protagonizado por Fernanda Torres, conquistou três indicações neste ano, entre as quais a de Melhor Filme. Para ela, houve uma nomeação ao troféu de Melhor Atriz, disputado ainda por Cynthia Erivo, Demi Moore, Mikey Madison e Karla Sofía Gascón.
Esta última, estrela do longa “Emilia Pérez”, viu sua reputação ser questionada após ter feito declarações sobre a integridade de Torres e sua equipe, a quem acusou de armar uma cruzada contra ela e seu longa, dirigido pelo francês Jacques Audiard. Posteriormente, Gascón retirou as acusações.
No entanto, era tarde: internautas reviveram tuítes seus publicados entre 2011 e 2022 em que faz declarações de teor xenofóbico, gordofóbico e islamofóbico, citando George Floyd, o próprio Oscar, Adele, sua colega de elenco Selena Gomez e até a influenciadora brasileira Ygona Moura.
A cerimônia do Oscar 2025 acontece em 2 de março. No Brasil, a transmissão rola pela TNT, pela Max e pela TV Globo.
Para ler a matéria completa da Vogue, em inglês, clique aqui.
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