A cantora Duda Brack acaba de lançar seu novo disco, “Proibido Não Gostar”. A obra, que transita por entre ritmos brasileiros e sonoridades advindas de países hispano-americanos, chega com a premissa de inaugurar uma nova fase da carreira, mais dançante e passional.
Produzido em conjunto com Ariel Donato, o LP aposta em fusões de cumbia, bachata, funk e piseiro para compor um cenário autoral, que se complementa com as presenças de Gaby Amarantos, Felipe Cordeiro e Francisco Gil nas colaborações. A paixão é o principal guia.
“Eu venho de dois álbuns bem disruptivos, bem experimentais, conceituais, agressivos, rockeiros. Eles são fruto de fases da minha vida em que eu realmente precisava me expressar dessa forma para poder desconstruir coisas dentro de mim e, a partir dessa desconstrução, refazer a minha vida por vias que eu me sentisse mais encaixada no mundo”, explica Brack, em nota encaminhada à imprensa.
“Esse álbum é o lugar da minha anti-heroína, do meu lado mais humano que coloca em pé de igualdade a minha luz e a minha sombra. O que em mim é proibido e o que é lícito, o que é sagrado e o que é profano. Ele provoca esse contraste com a censura da sociedade em relação ao empoderamento feminino, à liberdade sexual da mulher, à liberdade artística – de um artista poder se experimentar de milhões de maneiras sem ter que necessariamente suprir ao fetiche de um algoritmo ou de uma prateleira de música”, justifica.
Para ouvir a íntegra, basta clicar no player abaixo.
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