A cinebiografia de Michael Jackson, de orçamento próximo de R$ 1 bilhão [via Deadline], está sendo DETONADA pela crítica de cinema.
Dirigida por Antoine Fuqua, “Michael” vem sendo descrito como um filme “frustrantemente raso”, que evita mergulhar nas partes mais complexas e controversas da vida do artista.
Os críticos dizem que a produção aposta em uma abordagem segura, preferindo reforçar o “mito em vez de explorar o homem por trás dele”.
Outro ponto é o desconforto causado pelo que o filme escolhe ignorar, como as acusações de abuso infantil contra o cantor.
Leia trechos:
“Não é uma cinebiografia de verdade. Isso é a ‘Paixão de Santo Michael Jackson’”
“Futuros historiadores culturais olharão para esta cinebiografia como um momento decisivo para o gênero. Ela será lembrada como aquele filme infame em que o retratado se desvincula completamente da realidade, e o resultado são duas horas de pura e absoluta porcaria“
“’Michael’ é um filme terrível. Mesmo deixando de lado as acusações que perseguiriam Jackson mais tarde, como obra cinematográfica, é tão ruim em certos momentos que você corre o risco de quase se contorcer de vergonha alheia”
“Este é um filme com medo de explorar a interioridade de seu protagonista, e essa abordagem vai funcionar perfeitamente para os fãs que só querem assistir a uma narrativa descomplicada, que basicamente desfila pelos maiores sucessos”
“As performances musicais e de dança, extremamente impressionantes, não conseguem afastar o fato desconfortável de que existe todo um outro lado da história do astro pop que é completamente — e de forma gritante — ausente aqui. No fim das contas, isso se parece muito com uma máquina cínica de fazer dinheiro”
“Os diálogos, meramente funcionais, têm toda a nuance de uma placa de trânsito, e os visuais são tão sem estilo que até as recriações dos vídeos e shows revolucionários de Michael Jackson são um tédio, dão sono”
“Este é um filme frustrantemente raso e inerte, uma espécie de entretenimento de navio de cruzeiro, que não consegue sequer se permitir mostrar que Michael Jackson foi vítima de abusos, brutalizado por seu pai e privado da própria infância”
“Mesmo as cinebiografias mais polidas permitem que alguns traços negativos apareçam, mas o filme de Antoine Fuqua se mantém quase inteiramente preso a Michael, o mito. O longa termina em um tom de triunfo estranho e — considerando o rumo que a vida de Jackson tomaria — completamente falso”
“Nenhuma coleção de discos respeitável pode ficar sem ‘Off the Wall’ e ‘Thriller’. Já nenhuma estante de Blu-ray vai precisar de uma cópia de ‘Michael’”
“Não pode ser levado a sério, por mais sincero que pareça em sua forma e no seu tom. Porque, no fundo, não é realmente uma história. Talvez tenha sido antes das refilmagens. Talvez não. De qualquer forma, agora é apenas uma peça de divulgação em longa-metragem, que mais parece controle de danos”
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