Hiran, artista queer da Bahia que desponta entre as revelações do som do estado, estreou, na última semana, o disco “IMUNDO”, seu quinto álbum de estúdio.
Com 13 faixas, o projeto transita entre o rap e o pop contemporâneo, e marca um ponto de virada em sua trajetória, consolidando um retorno ao hip hop com mais maturidade, firmeza estética e uma narrativa potente sobre identidade, pertencimento e resistência.
O disco reúne colaborações com nomes como Luedji Luna, Tom Veloso, Tássia Reis e Iara Rennó, e conta com uma estratégia audiovisual que acompanha os principais lançamentos do projeto.
Ouça:
Dias após a estreia, o músico usou as redes sociais para denunciar que estava sofrendo uma onda de ataques homofóbicos e até ameaças de morte.
“Bem vindo ao Brasil, país onde um rapper gay lança um disco, recebe ameaça de morte por falar sobre homofobia no hip hop (mesmo pegando algumas das maiores playlists editoriais do país e tendo excelente críticas sobre o trabalho) e ainda recebe centenas de mensagens e comentários como esses”, escreveu ele, em seu ambiente digital.
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