Em entrevista para Gregorio Belinchón para o jornal espanhol EL PAIS, Wagner Moura fez um paralelo com o filme “Guerra Civil” (A24, 2024), no qual ele dá vida a um jornalista que cruza um Estados Unidos em plena guerra civil distópica, com o momento atual do país com forte ação do ICE [Serviço de Imigração e Alfândega] e reação da população contrária ao governo de Donald Trump.
“Estamos atravessando um momento muito feio, até eu tenho medo de me deparar com o ICE. Digo isso porque reajo de maneira explosiva quando vejo uma situação de injustiça ou de autoritarismo diante dos meus olhos. E agora não sei se conseguiria fazer isso, porque esses caras podem te matar, como vimos. Conheço muitos latinos que estão se escondendo em casa, sem levar seus filhos para a escola. Estamos vivendo tempos muito tristes. É curioso como os mesmos padrões que ocorreram no Brasil estão se repetindo. Por exemplo, demonizar atores, artistas, jornalistas e universidades. A extrema direita no Brasil foi muito eficaz em retratar os artistas brasileiros como inimigos do povo, com uma retórica que incluía mensagens como “essas pessoas vivem às custas do dinheiro público”.
O ator baiano, vale lembrar, está em campanha do Oscar com o longa-metragem brasileiro “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho.
A produção, que tem ainda Alice Carvalho, Gabriel Leone e mais, concorre em quatro estatuetas: melhor elenco, melhor filme internacional, melhor ator, para Moura, e melhor filme.
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