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Gisele Bündchen sobre voltar às passarelas: “Não tenho planos”
Todo brasileiro tem essa imagem na memória.
Gisele Bündchen desfilando, com um vestido lilás de brilhantes, na abertura das Olimpíadas Rio 2016 ao som de “Garota de Ipanema”, com Daniel Jobim [neto do maestro Tom Jobim] no piano.
Essa foi a grande despedida da übermodel — título dado apenas a ela, no fim dos anos 1990.
Agora, em reportagem para Elle USA nesta sexta-feira (27), quase dez anos após o evento no Maracanã, Gisele falou sobre um possível retorno.
“Todo ano eu recebo essa ligação. Mas não tenho planos. As Olimpíadas [Rio 2016] foram um momento incrível. Foi como uma experiência espiritual para mim, ter aquela pista onde eu estava sozinha. Foi muito impactante. Acho que nunca mais vou ter uma sensação assim. Senti que essa é uma ótima maneira de encerrar esse capítulo . Nunca diga nunca, mas me sinto muito realizada”, respondeu, firme.
Relive the iconic #OpeningCeremony moment from Rio 2016 when Gisele Bündchen walked the ultimate Olympic runway!✨
#Paris2024 Opening Ceremony is tomorrow!!#Olympics pic.twitter.com/7k9QgsEi7F
— The Olympic Games (@Olympics) July 25, 2024
No mesmo bate-papo, ela ainda comparou o estilo de vida que tinha no auge de sua fama na profissão com o cotidiano de exercícios e cuidados com o corpo que leva agora.
“[Aos 20 anos] eu trabalhava a cada três dias em um país diferente, sem parar. Meu sistema nervoso entrou em colapso. Todo mundo fumava, bebia e não dormia, porque era assim que funcionava a vida na moda. […] Eu costumava tomar um Frappuccino de mocha de manhã e fumar. Agora penso: “O que eu estava pensando?”. Troquei esses hábitos. Comecei a fazer exercícios de respiração todas as manhãs, ioga, comecei a correr, dieta; nada de açúcar, só proteínas e vegetais.”
Além disso, agora a mãe de três — Gisele deu à luz seu terceiro filho, um menino, em fevereiro de 2025, fruto do relacionamento com Joaquim Valente — entende que “nasceu” para maternidade.
“Crianças são simplesmente as melhores. Me sinto muito abençoada por ser mãe. Acho que nasci para isso. É pura alegria para mim, os sorrisos delas; tudo alegra meu dia. É muito simples me fazer feliz; basta que elas sorriam para mim e eu penso: ‘Ah, ok. É perfeito'”, completou.