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New York Times chama Tânia Maria de “novo ícone do cinema brasileiro”
A correspondente Ana Ionova do New York Times, no Rio de Janeiro, fez uma longa reportagem, publicada nesta quinta-feira (22), contando um pouco sobre a vida e a trajetória de Tânia Maria, uma das atrizes do filme “O Agente Secreto”.
A obra do cineasta pernambucano Kleber Mendonça Filho conquistou quatro indicações ao Oscar 2026 e se igualou ao recorde de “Cidade de Deus”, de Fernando Meirelles e Kátia Lund, em 2004.
Eis as categorias: melhor filme internacional; melhor elenco, para o diretor de elenco Gabriel Domingues; melhor ator, para Wagner Moura; e melhor filme, a estatueta principal da noite.
A matéria do principal jornal do mundo chama Tânia de “uma atriz não comum”, que “cativou o público por sua atuação marcante com um vestido floral e fumando um cigarro”.
Na entrevista, nossa nova diva de 79 anos falou que todo o sucesso de sua personagem, que tem apenas 11 minutos de tela em todo o longa-metragem, se deve a ela mesma: “Acho que é por causa da minha simplicidade. Eu sou essa pessoa. Eu sou a Dona Sebastiana”.

(Foto: Reprodução/Globo News)
O brasileiro Adolpho Veloso disputa, ainda, a categoria de melhor fotografia por “Sonhos de Trem”.
O filme “Pecadores, de Ryan Coogler, recebeu nada mais, nada menos que 16 indicações ao prêmio. A obra, então, bateu o recorde que pertencia a “A Malvada” (1950), “Titanic” (1997) e “La La Land” (2016), que conquistaram 14 nomeações em seus respectivos anos.