Com o lançamento de “Wicked“, o cinema volta a colocar os musicais no centro da conversa pop. Baseado no espetáculo da Broadway que se tornou um fenômeno mundial, o filme não apenas revisita o universo de “O Mágico de Oz“, como também reforça o poder do gênero musical de emocionar, provocar e atravessar gerações.
Muito além de números cantados, os musicais sempre foram um reflexo de seu tempo — seja como escapismo em períodos difíceis, seja como ferramenta para discutir amor, política, identidade e ambição. Dos grandes clássicos da era de ouro de Hollywood aos sucessos recentes que dialogam diretamente com o público atual, esses filmes mostram por que o gênero nunca saiu de cena.
Se “Wicked” acendeu (ou reacendeu) sua vontade de cantar junto, o Papelpop te indica outros musicais (alguns já considerados clássicos) que você precisa assistir.
Antes de Elphaba e Glinda, veio Dorothy. O filme que apresentou Oz ao mundo é um dos pilares do cinema musical e da cultura pop. O impacto também foi reconhecido pela Academia: o longa venceu dois Oscars, de “Melhor Trilha Sonora Original” e “Melhor Canção Original” por “Somewhere Over the Rainbow”. A música atravessou décadas como símbolo de esperança, enquanto sua estética fantástica abriu caminho para tudo o que viria depois — inclusive o longa de Ariana Grande e Cynthia Erivo.
Mais do que um musical, é uma aula de cinema. O filme transformou dança e movimento em linguagem narrativa, celebrando a transição do cinema mudo para o falado com humor, charme e números icônicos que seguem sendo referência até hoje.
Ao levar Romeu e Julieta para as ruas de Nova York, o musical mostrou que o gênero também podia ser trágico, político e socialmente relevante. Racismo, violência e pertencimento ganham força através de coreografias impactantes e uma trilha inesquecível. O musical não só marcou a cultura pop com suas coreografias e canções inesquecíveis, como também fez história no Oscar, vencendo “Melhor Filme”, além de garantir estatuetas de “Ator Coadjuvante” para George Chakiris e “Atriz Coadjuvante” para Rita Moreno.
Um dos musicais mais populares de todos os tempos, o filme equilibra romance, drama histórico e canções que viraram parte do imaginário coletivo. Um lembrete de como o gênero também sabe ser acolhedor e universal. O filme foi um grande vencedor no Oscar de 1966, levando 5 estatuetas, incluindo “Melhor Filme” e “Melhor Diretor” (Robert Wise), além de ter recebido indicações para Julie Andrews (Melhor Atriz) e Peggy Wood (Melhor Atriz Coadjuvante).
Muito mais do que um filme, virou um ritual cultural. O musical transgressor transformou sessões de cinema em eventos performáticos e se consolidou como um ícone queer, celebrando liberdade, desejo e a quebra de normas como poucos filmes conseguiram.
Com estética jovem, energia rock e muito carisma, “Grease” levou o musical para outra geração. O filme transformou seus números em hits eternos e consolidou o gênero como parte fundamental da cultura pop.
Irônico, afiado e estilizado, “Chicago” desconstrói a ideia de fama e espetáculo enquanto usa o próprio musical como crítica. Vencedor do Oscar de “Melhor Filme”, provou que o gênero podia ser sofisticado, adulto e provocador.
A adaptação cinematográfica do musical de Andrew Lloyd Webber apostou no romance trágico, no espetáculo visual e em uma trilha grandiosa. Um clássico moderno que mostrou a força dos musicais vindos diretamente da Broadway.
Leve, colorido e irresistível, o musical embalado pelos hits do ABBA virou um fenômeno cultural. Um exemplo de como o gênero também pode ser pura diversão — e ainda assim conquistar o mundo.
Grandioso, intenso e emocionalmente devastador, o filme levou o musical para um território épico. Suas performances e canções reforçam o poder do gênero de contar histórias profundas e universais. O impacto também se refletiu na temporada de premiações: o longa recebeu oito indicações ao Oscar e venceu três estatuetas, incluindo “Melhor Atriz Coadjuvante” para Anne Hathaway, cuja interpretação de Fantine se tornou um dos momentos mais marcantes do cinema musical recente.
Uma carta de amor aos musicais clássicos com o coração no presente. Ao falar sobre sonhos, escolhas e frustrações, o filme conquistou uma nova geração e reafirmou o musical como força criativa no cinema contemporâneo. O impacto foi gigantesco na temporada de premiações: recebeu 14 indicações ao Oscar — empatando o recorde histórico — e venceu seis estatuetas, incluindo “Melhor Diretor” e “Melhor Atriz” para Emma Stone.
O filme também entrou para a história por um motivo inesperado: a icônica gafe do Oscar 2017, quando foi anunciado erroneamente como “Melhor Filme”, prêmio que na verdade ficou com “Moonlight”.
Mesmo cercado de controvérsias, o musical se tornou um sucesso popular absoluto. Seus números grandiosos e músicas chiclete conquistaram o público e provaram que o espetáculo ainda tem lugar no cinema mainstream.
Esses títulos são somente alguns que ajudam a entender por que o musical segue relevante no cinema e na cultura pop. Entre clássicos e produções mais recentes, a lista funciona como um guia para quem quer revisitar ou descobrir os filmes que ajudaram a moldar o gênero.
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