A artista sergipana Stella estreou, nesta semana, o EP, “A Fim”, em que transforma a palavra do corpo preto e travesti em som, mesclando hip hop, batidas eletrônicas e performance.
“Esse trabalho nasceu da urgência de recontar a própria história antes que o silêncio fizesse isso por nós”, conta a cantora, em nota enviada à imprensa.s
Inspirada por Juçara Marçal, Linn da Quebrada, Saskia, Edgar e Metá Metá, a sergipana define o trabalho como “criativo, vulnerável e espirituoso”: “É sobre o poder de continuar mesmo quando tudo parece chegar ao fim”.
Criado durante a pandemia de Covid-19, o projeto se estrutura como uma jornada ritualística.
“Eu escrevo em voz alta. Tenho essa ânsia por vociferar as palavras”, afirma a artista. “Minha vontade sempre foi transformar poesia em música – valorizar a oralidade, o ritmo, o grito.”
A sonoridade combina beats industriais, repetições hipnóticas e versos que transitam entre confissão e enfrentamento: “A principal intenção é essa”, diz Stella. “Dançar no desconforto, beijar o inóspito, cantar com o silêncio.”
O trabalho ganha visuais dirigidos por Sarah Ahab, com estreia marcada para 25 de novembro no YouTube.
Gravado em uma única diária, o vídeo mistura VHS, iPhone e câmera 3D Kinect para captar o corpo em movimento espontâneo. “Não era sobre roteirizar o movimento, mas registrar o corpo quando ele não sabe que está em câmera”, explica Stella.
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