Capa e recheio da revista DAZED, Lorde abriu o coração e falou sobre experiências com drogas, identidade de gênero e pronomes. A artista admitiu que faz uso de MDMA e descreveu como “o melhor cigarro” que já experimentou na vida, além de afirmar que o uso de psicodélicos a deixou mais conectada com o seu lado espiritual.
“Desde que comecei a usar psicodélicos, sinto-me mais conectada à minha infância; liguei alguns pontos, alguns sentimentos sobre espiritualidade e trabalho. É algo bastante corporal ou físico.”
Entrando nas questões de gênero, no início da divulgação do novo disco da cantora, “Virgin”, ficou subentendido que Lorde se identificaria como não binária, algo que ela esclareceu:
“Em alguns dias, não consigo usar roupas femininas. Precisei descobrir como fazer a maquiagem de um jeito que não me fizesse sentir presa, desconfortável ou no lugar errado. Agora eu só digo às pessoas: ‘Tratem como grooming masculino’. Eu não fazia ideia de que haveria dias em que me sentiria totalmente fora do corpo, e era porque estava usando roupas femininas quando não era o certo.”
Lorde finalizou contando que se sentiu uma versão mais pura de si mesma quando enfaixou os seios pela primeira vez, durante a criação da faixa Man of the Year:
“Eu tinha esse rolo de fita, peguei, coloquei a calça jeans, enfaixei o peito e me vi – e pensei: ‘Caramba, essa sou eu.’ De repente, consegui enxergar. Foi assustador. Cheguei a uma compreensão sobre mim mesma e senti uma versão muito pura de mim presente.”
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