Grandão! O novo álbum de BK’, intitulado “Diamantes, Lágrimas e Rostos para Esquecer”, ultrapassou os 5,6 milhões de streams em aproximadamente 24 horas e se tornou a 8ª maior estreia nacional da história do Spotify Brasil.
Veja como ficou o ranking atualizado:
1. “333” – Matuê (16M)
2. “Escândalo Íntimo” – Luisa Sonza (15.6M)
3. “Funk Generation” – Anitta (10.7M)
4. “Super” – Jão (8.1M)
5. “Dos Prédios Deluxe” – Veigh (6.5M)
6. “Versions of Me” – Anitta (6M)
7. “Juliette” – Juliette (5.9M)
8. “Diamantes, Lágrimas e Rostos para Esquecer” – BK’ (5.6M)
9. “Little Love” – Cabelinho (5.4M)
10. “TMOIG” – MC IG (4.9M)
Com o desempenho, o rapper carioca virou o terceiro artista mais ouvido do Brasil e o 149º do mundo na mesmíssima plataforma, além de ter emplacado todas as músicas do disco no Top 200. Ele também lidera o chart da Apple Music.
Confira os principais números até o momento:
– 5,6 milhões de streams no Spotify em 24h
– 16 faixas no Top 200 do Spotify Brasil
– #8 maior estreia de um álbum nacional no Spotify Brasil
– #3 artista mais ouvido no Spotify Brasil
– #149 artista mais ouvido no Spotify Global
– #1 Top Álbuns do Apple Music
– 6 faixas no Top 100 da Deezer
– 3 faixas no Top 30 do YouTube Music
“DLRE” chegou na última terça-feira (28) e chamou a atenção por imprimir o rap em ritmos como samba, R&B e trap ao longo de 16 canetadas. “É um retrato da riqueza da música brasileira”, explica BK’ em nota.
“Esse disco celebra as conexões que construímos, dando espaço para toda a nossa pluralidade. Cada colaboração é uma extensão da minha visão, um diálogo musical e cultural sobre o que somos enquanto movimento. Eu quis homenagear todos os grandes artistas de diversas gerações”, completa.
Entre esses nomes estão Djavan, Milton Nascimento e Pretinho da Serrinha a partir de samples. Luedji Luna, Melly, Fat Family, Evinha, Jenni Rocha, MC Maneirinho e mais completam o time de parceiros de BK’.
Dá play:
“DLRE” ainda veio acompanhado de um curta-metragem gravado na Etiópia, um dos poucos países africanos que não foram colonizados. O filme constrói uma metáfora sobre o instinto de sobrevivência humano, remetendo à era das sociedades nômades na pré-História.
“Estar na Etiópia foi também um marco pessoal e criativo, como voltar para casa de um jeito que nunca tinha imaginado. Esse projeto é sobre resistência, ancestralidade e a força que vem de quem somos”, celebra o artista.
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