A atriz Alice Wegmann defendeu a família Senna e a produção homônima que chegou à Netflix nesta semana, a fim de recontar a ascensão do piloto de Fórmula 1 mais icônico de todos os tempo, Ayrton Senna (1960-1994).
A obra, apesar de bem avaliada e contar com grande elenco, tem recebido críticas por ter abordado com pouco interesse a relação de Senna com a apresentadora Adriane Galisteu. Ela era sua namorada quando Ayrton morreu, e segundo o biógrafo Ernesto Rodrigues, teria sido “o grande amor de sua vida”.
“Uai, teve um monte de ex-namoradas dele que nem apareceram na série. Difícil resumir uma vida em seis episódios… Mas isso não diminui o tamanho do herói que ele foi, né?”, respondeu Wegmann a uma seguidora, que ironizou o fato de a personagem de Galisteu só aparecer em tela por 3 minutos.
Uma outra pessoa também a questionou, nos comentários, a razão pela qual Lilian (primeira esposa de Senna, interpretada por Wegmann) ter tanto espaço em tela mesmo sem ser conhecida. “É porque ela não era uma pessoa pública (assim como muitas outras que o Senna namorou –e sequer estão na série)… Porque são só seis episódios. Imagina quantas histórias de amigos e mulheres que ele ficou não entraram também”, explicou a atriz.
“A vida dele era muito grandiosa, impossível de resumir. É muito desrespeitoso tentarem reduzir a carreira dele e a vida toda a apenas dois relacionamentos. O cara era muito mais do que isso nas pistas e significou muito mais pro Brasil”, finalizou.
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