A cantora norte-americana Chappell Roan tem trabalhado em músicas inéditas, conforme revelou seu empresário, Nick Bobestsky. Ele concedeu uma entrevista, nesta quinta (29), ao site Music Business Worldwide, especializado em notícias, análises e oportunidades de emprego na indústria. Durante a conversa, Bobestsky também revelou uma possível estratégia de lançamento.
“Eu acho que provavelmente vamos adotar um plano muito parecido com o que fizemos para este álbum, que é que quando ela termina uma música que ela ama, juntamos nossas cabeças e rapidamente trabalhamos para lançar essa música. Foi o que fizemos com ‘Good Luck Babe.’”
Chappell Roan é hoje uma das artistas mais famosas do Hemisfério Norte a partir do sucesso conquistado com seu primeiro LP, “The Rise and Fall of a Midwest Princess”. Recentemente, em vídeos publicados em seu perfil no Instagram, a drag queen afirmou, sem medo do ban, que vem se sentindo assediada por fãs que a procuram para tietá-la.
Ela fez uma série de perguntas antes de deixar explícitos seus principais incômodos com a fama, recém-adquirida.
“Só pare aí um segundo e responda minhas perguntas. Se você visse uma mulher aleatória na rua, você a gritaria da janela do carro, você a assediaria publicamente? Você iria até uma mulher aleatória e diria ‘Posso tirar uma foto com você?’, e ela responderia ‘Não? Que porra é essa?’. E então você ficaria bravo com essa mulher aleatória? Você ficaria ofendido se ela dissesse ‘Não’ ao seu pedido para parar o tempo dela, porque ela tem o direito de ter seu próprio tempo? Você seguiria a família dela, a stalkearia por aí? Você tentaria dissecar a vida dela e a intimidaria na internet? Essa é uma mulher que você não conhece e ela não te conhece. Você presume que ela é uma boa ou uma má pessoa, que tudo o que lê sobre ela na internet é verdade? Eu sou uma estranha, você é um estranho, apenas pense nisso por um segundo, tá?”.
Em seguida, afirmou achar “inaceitável e incomum” que certas posturas sejam naturalizadas, simplesmente, pelo fato de que seu nome adquiriu notoriedade.
“‘Eu não me importo com abuso e assédio, perseguição, o que for. É uma coisa normal para pessoas que são famosas ou um pouco famosas’. Já eu não dou a mínima que isso seja normal, que esse tipo de comportamento louco venha com o trabalho, a carreira, a vida que você escolheu. Isso não torna isso aceitável ou normal. Não significa que eu queira ou que eu goste disso. Eu não quero ter nada a ver com qualquer merda que você acha que tem direito sempre que vê uma celebridade. Eu não dou a mínima se você acha egoísta da minha parte dizer ‘Não’ para uma foto, para o seu tempo ou para um abraço. Isso não é normal, é estranho. É estranho como as pessoas pensam que conhecem alguém só porque o veem online ou ouvem a arte que fazem. Isso é muito estranho.”
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