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Foto: Dri Spaca/Papelpop
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música

Taylor Swift é eleita a Personalidade do Ano de 2023 pela conceituada revista Time

Após ter sido listada como uma das cinco mulheres mais influentes do ano pela icônica Forbes, a loirinha Taylor Swift foi condecorada nesta quarta-feira (6) com o título de Personalidade do Ano. Agora, por outra publicação norte-americana: a Time.

Vigente desde 1927, a revista elegeu apenas 8 mulheres para o posto em quase um século, sendo a mais recente delas a vice-presidente norte-americana, Kamala Harris (em 2020).

Com direito a três capas alternativas e uma entrevista em que reflete sobre seus imensos feitos, a popstar abriu as portas de casa e repassou traumas, mostrando porquê tem sido digna de tanta atenção mundialmente.

Segundo ela, suas tragédias pessoais foram as responsáveis por fazer com que se sentisse acabada, ao mesmo tempo em que a levaram a lugares inimagináveis do sucesso.

“Não passa despercebido para mim que os dois grandes catalisadores para que isso acontecesse foram duas coisas horríveis que aconteceram comigo. A primeira foi ser cancelado a um passo da minha vida e sanidade. A segunda foi ter o trabalho da minha vida tirado de mim por alguém que me odeia”.

Questionada sobre tretas do passado, Taylor comentou o clássico embate com o rapper Ye (Kanye West), que a levou, inclusive, a se mudar de país.

“Você tem uma situação totalmente fabricada, em uma ligação gravada ilegalmente, que Kim Kardashian editou e depois divulgou para dizer a todos que eu era uma mentirosa. Isso me levou, psicologicamente, a um lugar onde nunca estive antes. Me mudei pra outro país. Fiquei um ano sem sair de uma casa alugada. Eu tinha medo de receber ligações. Afastei a maioria das pessoas na minha vida porque não confiava mais em ninguém. Eu me afundei pra valer, foi muito forte.”

A cantora também afirmou que começou a se preparar para a “The Eras Tour”, que passou pelo Brasil em novembro e teve uma caótica estada no Rio de Janeiro, cerca de seis meses antes.

“Todos os dias eu corria na esteira, cantando todo o setlist em voz alta. Rápido para músicas rápidas e uma corrida ou caminhada rápida para músicas lentas. Aí tive três meses de treinamento em dança, porque queria colocar isso na cabeça. Eu queria estar tão bem ensaiada ao ponto de ser divertida com os fãs e não perder minha linha de pensamento.”

Os fãs, nas palavras dela, são uma preocupação primordial. Por isso mesmo, reconhecendo seu esforço para conseguir descolar ingressos em meio às demandas de milhões, é que a artista decidiu fazer um espetáculo tão longo, com 3 horas de duração e mais de 40 músicas.

“Eles tiveram que trabalhar muito para conseguir os ingressos. Queria fazer um show que fosse mais longo do que eles imaginavam, porque isso me faz sentir bem ao sair do estádio.”

A turnê em questão seguirá, em 2024, rumo à Europa e à Ásia, onde já tem datas esgotadas. Para ler à conversa completa com a diva, clique aqui.

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