O Papelpop te mostra, nesta terça-feira (18), a capa do álbum “Canto Coral Afrobrasileiro”, do lendário grupo Os Tincoãs.
Com dez faixas, o disco, que chega pela Sanzala Cultural, marca o encontro das vozes e instrumentos de Dadinho (violão), Mateus Aleluia (atabaques) e Badu (agogô e ganzá) com o Coral dos Correios e Telégrafos do Rio de Janeiro e será lançado 40 anos depois de sua concepção.
O projeto foi realizado em 1983, semanas antes de Mateus Aleluia e Dadinho, que integravam o grupo com Badu, se mudarem para Angola, no início dos anos 1980.
A faixa “Oiá Pepê Oiá Bá”, que integra o álbum, já estreou no dia 06 de abril. A nova versão do projeto foi feita em 2022 pelo Estúdio Casa das Máquinas, sob comando de Tadeu Mascarenhas.
“Foi uma surpresa muito grande tomar conhecimento deste trabalho, mesmo vinte anos depois que foi gravado, em 2003, quando retornei de Angola e, agora, ele vai ser apresentado ao público também praticamente 20 anos depois. É bonito isso. É um trabalho atemporal porque o homem talvez tenha sido projetado para ser atemporal, evoluir, mas ser atemporal”, refletiu Mateus Aleluia, em comunicado enviado ao Papelpop.
Para quem não sabe, o grupo Os Tincoãs se uniu em meados dos anos 1950. O som feito por eles tinha como base os cantos de candomblé, sambas de roda e cantos sacros católicos.
Em seis delas, o grupo encontra-se com o Coral dos Correios e Telégrafos do Rio de Janeiro. Nas outras quatro, prevalece o som d’Os Tincoãs no formato que os consagrou.
O projeto tem patrocínio da Natura Musical e do Governo do Estado, pelo Fazcultura, da Secretaria de Cultura e Secretaria da Fazenda. “Canto Coral Afrobrasileiro” foi selecionado pelo edital Natura Musical, por meio da lei estadual de incentivo à cultura da Bahia (FazCultura), ao lado de Casa do Hip-Hop Bahia, Cronista do Morro, Festival Pagode Por Elas e Marujos Pataxó.
“Esse disco faz parte de algo maior, que não devemos esquecer: ancestralidade, memória e resistência. A obra dos Tincoãs resiste ao tempo e sua relevância como instrumento de afirmação e reafirmação da identidade afro-brasileira é inegável”, afirmou Badu, também em comunicado oficial.
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A capa do projeto foi idealizada e concebida por Rafael Todeschini e Erika Martins — ambos do Estúdio Oblíquo. Segundo a assessoria de imprensa, o azul veio como ponto de partida principal para se criar um constraste forte e impactante. Fora isso, a tipografia faz uma releitura do EP lançado pelo trio de músicos em 1978.
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