Cidade Perdida

“Polindo um gênero para uma nova geração”: veja o que a crítica diz sobre “Cidade Perdida”, já em cartaz

Se você está procurando opções para se divertir no cinema e ter uma ótima experiência, a gente tem a dica: na última quinta-feira estreou “Cidade Perdida”, uma ação com comédia leve e totalmente dinâmica estrelando Sandra Bullock e Channing Tatum. O lançamento agradou a imprensa internacional, que aponta o filme como um belo resgate a um gênero de Hollywood que se perdeu e aqui volta com força total.

Sandra Bullock interpreta Loretta Sage, uma escritora de aventura e romance que faz muito sucesso mas vive uma crise existencial. Ela tem o modelo Alan, vivido por Channing Tatum, que é o fiel herói das obras dela, sempre estampando a capa de todos os livros. Porém, o bilionário Abigail Fairfax (Daniel Radcliffe) resolve sequestrar a autora para ajudá-lo a encontrar uma jóia rara numa cidade perdida na selva e então Alan resolve sair para resgatá-la, sem experiência alguma, para mostrar que também é um herói na vida real.

O que acontece aqui é que a trama se transforma numa aventura de caça ao tesouro com muitas atrapalhadas, um toque de romance e piadas certeiras. Um filme feito para você se entreter, mergulhar na aventura e dar boas risadas. Confira o trailer agora e, depois, olha só o que a crítica especializada achou do filme!

A Cidade Perdida, na maioria das vezes, encontra esse lugar ideal entre o divertido e o sincero, especialmente durante as cenas em que o Alan de Tatum tenta se igualar ao mercenário contratado para resgatar Loretta, interpretado por ninguém menos que Brad Pitt. (Independent UK)

Sandra Bullock e Channing Tatum formam um casal doce e espinhoso nesta diversão simpática. Nunca vai desafiar The African Queen, mas oferece uma experiência consistentemente boa. (Empire)

Tudo isso é bastante amável, com a dimensão importantíssima das risadas: Tatum e Bullock mostrando que são espertos o suficiente para saber como é bobo, e que sabem que nós sabemos que eles sabem. (Guardian)

Os diretores Adam Nee e Aaron Nee conseguem encontrar o equilíbrio certo entre ação, comédia e romance para fazer os três trabalharem harmoniosamente juntos, enquanto jogam com uma equipe de estrelas que fazem o material cantar. A Cidade Perdida não teve que se esforçar tanto para ter tanto sucesso, mas o esforço extra é o que garante que este filme possa realmente perdurar em nossas memórias, ao contrário de outras tentativas mais esquecíveis do gênero. (Consequence)

Sandra Bullock e Channing Tatum criam um ritmo de movimento e som que faz com que a química de dinamite salte para fora da tela e te dê um tapa na cara. (Deadline)

Repete o que Spielberg e Lucas fizeram em “Os Caçadores da Arca Perdida”, explorando um gênero centenário em busca de inspiração e polindo um gênero para uma nova geração. (Variety)

O relacionamento deles parece meticulosamente testado no mercado e, de alguma forma, gratificantemente natural e forte o suficiente para funcionar num enredo caricato. […] Eles estão aqui apenas para brincar com perucas, passaportes e armadilhas e, por duas horas de brisa e anestesia, fazer o mundo lá fora desaparecer. (Entertainment Weekly)

O que “Cidade Perdida” entrega é diversão ligeira, sem muitas delongas. A história tem uma pitada do sensacional “O Magnífico”, comédia de 1973 com Jean-Paul Belmondo e Jacqueline Bisset. (Folha de S. Paulo)

‘Cidade Perdida‘ pode não inventar a roda, mas ele certamente consegue surpreender. Com uma trama rebuscada e um elenco de ouro, temos um daqueles filmes deliciosos que nos fazem sair do cinema com um sorrisão no rosto e de bom humor… E nos tempos que estamos vivendo, isso é tudo que precisamos… (Cinepop)

Bateu a curiosidade, né? “Cidade Perdida” já está em cartaz!

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