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Foto: Divulgação/efronito

Trio D’Água Negra investiga limites da dança e do corpo em “Erógena”, novo clipe

A pulsão de vida, que se manifesta em arte, natureza, limites do corpo, em cada uma de suas respectivas engrenagens, é a força motriz de “Erógena”. A faixa, lançada pelo trio amazonense D’Água Negra, busca na etimologia da palavra e na energia vital a construção de um videoclipe capaz de representar um processo que é, sobretudo, de enfrentamento.

Nesta jornada, Clariana Arruda, Melka Franco e Bruno Belchior se permitem não apenas flertar com o jazz, o soul e o indie. O D’Água Negra vai além ao se permitir investigar os próprios caminhos e desejos, calcados em impulsos sensoriais.

O roteiro se apresenta como um convite para dançar ao mesmo tempo em que avança por uma Manaus contemporânea, urbana, feita de lugares efusivos. Foram escolhidos como locação um teatro popular, um galpão de estruturas gigantes que guardam o coração da cultura amazonense e um bar-prostíbulo, situado bem no centro da cidade.

É a arte que serve como agente formador da própria narrativa. Se pudesse ser definido em três palavras, “Erógena” seria graça, potência e suor.

“D’Água Negra é uma maneira de nos localizar, nos situar como um projeto nortista, do Amazonas e de Manaus, portanto, nada mais simbólico do que o Rio Negro para representar essa ideia de onde a gente é, daquilo que somos e do que expressamos em nosso trabalho”, explica Clariana.

Mais novidades estão previstas para os próximos meses. Ouça o trio nas plataformas de música!

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