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Foto: Lara Galvão/Divulgação

Em busca de artista novo? Você precisa conhecer Dju e seu “Xote Celestial”

O lado astral e inexplicável da vida se faz muito presente no trabalho da artista Dju. Sul-mato-grossense radicada no Rio de Janeiro, ela apresenta o single “Xote Celestial”, terceira faixa da carreira que abre os caminhos para um debut.

A ideia é narrar o amor sob uma estética pop que se dedica ao reencontro além da vida. “É como se pudesse acessar uma memória. É um amor que transcende, um amor livre, que vai além de ideias e conceitos, onde tudo só é e acontece naturalmente, de maneira fluída, respeitando e acolhendo os próprios ciclos”, explica.

“Acho que mesmo falando sobre um ‘amor perfeito, divino, espiritual’, eu entendo que perfeito é justamente ser o que é, com suas imperfeições, acolhendo o lado mais humano, as incertezas, os medos. Por isso a ideia do espiral, porque mesmo que algo se repita, é como se estivesse a uma oitava acima, como uma evolução do encontro, da situação, do ciclo”.

Regida pelo arcano dos Amantes no tarot, e pelo arquétipo lunar da donzela, a faixa teve voz e instrumentos gravados no interior do guarda-roupa da artista, à exceção dos sopros. O clipe e a faixa já estão disponíveis nas plataformas de streaming.

“Sinto que sou muitas mulheres em uma só”, conta. “Sou a feiticeira, a menina que brinca, a apaixonada, a que morre e renasce e todas as infinitas possibilidades de ser. Por isso estou usando também esse conceito de lançar uma música por lunação e ao todo serem quatro, representando cada fase minha e interligando com as fases da lua”.

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