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Edgar Wright fala sobre “Last Night in Soho” no Festival de Veneza: “É perigoso romantizar o passado”

O Festival de Cinema de Veneza foi palco da primeira exibição de “Last Night In Soho“, novo longa de Edgar Wright. No último sábado (4), durante a coletiva de imprensa do filme, o cineasta responsável pelo projeto abordou detalhes sobre a trama.

Wright descreveu a película como uma homenagem aos “thrillers psicológicos que eu realmente adoro” feitos pelos cineastas britânicos Michael Powell e Alfred Hitchcock. Ele também cita a influência dos diretores italianos Mario Bava e Dario Argento.

Na trama, uma jovem apaixonada por design de moda misteriosamente consegue entrar na década de 1960 onde encontra sua ídolo, uma deslumbrante aspirante a cantora. Mas a Londres desta época não é o que parece, e o tempo parece desmoronar com consequências sombrias.

“Acho que queria encontrar uma maneira de fazer uma versão londrina [desses suspenses clássicos]”, disse Wright. “Na verdade, eu moro na esquina da maioria das locações em [Michael Powell] ‘Peeping Tom. Portanto, é algo que nunca está longe da minha mente, porque é algo pelo qual literalmente passo todos os dias.” Por fim, ele sinaliza que “é perigoso romantizar o passado”, um lembrete aos acontecimentos do filme.

Confira o momento após a exibição de “Last Night in Soho” no festival italiano:

Estrelado Anya Taylor-Joy e Thomasin Harcourt McKenzie, o elenco ainda inclui Matt Smith, Terence Stamp, Michael Ajao, Rita Tushingham, Synnøve Karlsen e Diana Rigg. A estreia comercial está prevista para o mês de outubro nos Estados Unidos.

Conhecido por “Em Ritmo de Fuga” e “Scott Pilgrim Contra o Mundo”, este é o primeiro longa de ficção do diretor desde 2017. Assista ao trailer:

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