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O evento foi transmitido pelo Multishow (Reprodução)

Majur, Gloria Groove, Elza Soares e mais se apresentam no Prêmio Sim à Igualdade Racial

O Prêmio Sim à Igualdade Racial 2021 foi transmitido no último sábado pelo canal Multishow, contando com apresentações de artistas de peso. A intenção do evento era prestigiar os principais nomes e instituições que atuam em prol da igualdade no Brasil.

Majur, Jéssica Ellen e Xamã fizeram a abertura ao som de “Que Beleza”, um dos sucessos do Tim Maia, e colocaram todo mundo para cantar junto. Olha só:

Vestindo uma roupa azul e luvas rosas, Majur retornou ao palco mais tarde para apresentar “Flua”. A música faz parte do primeiro álbum de inéditas dela, intitulado “Ojunifé”, que estreou em maio.

Gloria Grove, por sua vez, se jogou na dança e esbanjou carisma com um cover de “Let’s Groove”. “Viaje comigo no tempo até 1981, quando a minha mãe se apertava na fila da discoteca para curtir o som de dez caras de Chicago que revolucionariam a pista para sempre. Vem se jogar! Isso é Earth, Wind & Fire”, disse antes de começar a cantar.

Entregando vocais suaves, Agnes Nunes apresentou um clássico da música brasileira, a canção “Sonho Meu”. Ela usava um vestido branco com a saia toda armada.

Na premiação, uma música de Alcione ganhou uma versão linda na voz de Ludmilla. Ali, com elegância, a artista cantou os versos sensíveis de “Estranha Loucura”, lançada em 1989.

Elza Soares também marcou presença na premiação. Ao lado do cantor Zé Ricardo, ela subiu ao palco para cantar “Juízo Final”, de Nelson Cavaquinho e Élcio Soares.

Tirando o fôlego do público, com um vestido todo brilhante, MC Carol escolheu apresentar “Feeling Good” — um dos maiores destaques da carreira da lendária Nina Simone. Depois, ela soltou a voz com uma música do próprio repertório chamada “Levanta Mina”.

Para fechar o Prêmio Sim à Igualdade Racial 2021, após até apresentações de Xande de Pilares e do primeiro grupo de rap indígena no Brasil, Tati Quebra-Barraco cantou “Na Minha Vida Mudo Eu”, do álbum “Se Liberta” (2014).

Demais, né?!

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