Na última sexta-feira (18), Ludmilla lançou a primeira amostra do projeto “Numanice Ao Vivo”. Contudo, o dia não foi de comemoração, mas de ataques à cantora, que sofreu com comentários racistas e misóginos.
Nas redes sociais, a artista foi atacada por conta do tom de pele e por ser mulher. Estes ataques, infelizmente, não são novidade para Lud, que já lida com este tipo de comportamento há anos.
Ludmilla desativou todas as redes sociais dela. Desta forma, a assessoria da artista divulgou uma nota reforçando o porquê da decisão e ainda afirmou que todos ataques (sejam eles racistas ou homofóbicos) estão sendo documentados para encaminhamento à Justiça.
“Confirmamos que na noite da sexta (18/12), a cantora Ludmilla desativou todas as suas redes sociais. Durante o dia, a cantora já havia reclamado com sua equipe sobre os ataques racistas que vinha sofrendo chegando até a responder alguns tweets que diziam que ela responderia caso “jogassem casca de banana” entre outros insultos racistas e misóginos. Tais ataques vêm ocorrendo ao longo da carreira de Ludmilla que, como é sabido, vem se posicionando não só contra crimes de raça, mas também de gênero. Ressaltamos que, ao contrário de qualquer especulação, tal ato não faz parte de nenhuma estratégia de marketing e é simplesmente uma consequência de seu cansaço diante do ódio destilado nas redes sociais. Informamos ainda que todas as postagens de cunho racista e homofóbicas estão sendo documentadas para encaminhamento à justiça. Por ora, aguardamos o desejo de Ludmilla de voltar às suas redes sociais. Sendo assim, não temos mais nada a declarar”.
A esposa de Lud, Brunna Gonçalves, comentou o caso:
Em novembro, no Prêmio Multishow 2020, Ludmilla fez um protesto durante a performance de “Rainha da Favela”, expondo áudios de ataques racistas que sofreu na internet. Relembre:
No Twitter, muitos fãs se uniram para levantar a tag “Estamos com você Ludmilla”, demonstrando apoio à cantora:
Vale lembrar que racismo é crime previsto na Lei nº 7.716/1989. E injúria racial está especificado no Código Penal – artigo 140, terceiro parágrafo.
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