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O cartunista quino (dir.) e uma ilustração de Laerte Coutinho (esq.)

No Twitter, Laerte compartilha ilustrações em homenagem a Quino

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A morte do cartunista argentino Quino, confirmada na tarde desta quarta-feira (30), fez com que as redes sociais se enchessem de homenagens. Basta rolar a timeline pra encontrar centenas de postagens com ilustrações da rebelde Mafalda e os demais membros de sua turma.

A fim de reverenciar o colega, a brasileira Laerte Coutinho publicou duas charges feitas nos anos de 2014 e 2018. Ambas as postagens trazem a personagem como referência central. A primeira destaca a influência herdada das criações de Quino, sempre muito sagaz. A seguinte mostra uma versão adolescente da garota lendo o jornal.

Quino

O anúncio da morte de Quino, feito hoje por seu editor, Daniel Divinsky, emocionou o mundo tal como ele previra. “Todas as pessoas boas deste país e do mundo irão chorar”, escreveu no Twitter.

A partida acontece um dia após sua mais famosa personagem ter completado 56 anos, neste 29 de setembro. Lançada ao mundo em 1964, Mafalda, uma menina argentina de classe média, não foi planejada para ser um ícone infanto-juvenil, mas acabou caindo no gosto de crianças e jovens de todo o mundo, auxiliando-os na formação de ideias e no pensamento crítico.

Fã dos Beatles, progressista e odiadora confessa de sopa, destacou por meio de diálogos com os amigos Filipe, Manolito, Susanita e Libertad, bem como o irmão Guille, questões efervescentes na América Latina dos anos 1960 e 1970.

Nos últimos anos, Quino estava afastado de suas funções por problemas de saúde. Fazia raras aparições e evitava dar entrevistas. Segundo o jornal argentino Clarín, a causa da morte teria sido um acidente vascular cerebral (AVC), sofrido no último fim de semana.

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