Após lançar a versão deluxe do “Lion King: The Gift” e o clipe de “Already” no Youtube, Beyoncé soltou no Disney+ o projeto visual “Black Is King”.
Com roteiro, direção e produção executiva de Beyoncé, “Black Is King” é baseado nas canções que compõem a trilha sonora de “O Rei Leão”, que receberam curadoria da própria cantora. Em um comunicado enviado à imprensa, o projeto foi definido como “um livro de memórias celebrativo sobre a experiência negra no mundo”.
“Este filme é a história de gerações que informa e reconstrói o presente. A reunião de culturas e de compartilhamentos de crenças geracionais. Uma história de como as pessoas mais violadas tem um extraordinário e importante futuro”.
O álbum visual de Beyoncé reimagina lições de “O Rei Leão” para “jovens reis e rainhas de hoje em busca de suas próprias coroas”. O filme foi produzido ao longo de um ano com um elenco e equipe que representam conceitos como a diversidade e a conectividade.
Ontem, em entrevista ao “Good Morning America”, a artista explicou o significado do projeto e de onde tudo começou:
“Eu trabalhei com diversos e muito talentosos diretores, atores, criadores do mundo inteiro para reimaginar a história do ‘Rei Leão’. A narrativa desdobre através de clipes musicais, moda, dança, belos cenários naturais e novos talentos. Mas tudo começou no meu quintal.”
A dona do “Lemonade” então falou que o longa passa por diversas localidades, como a casa na qual mora à Joanesburgo, à Gana, Londres, Bélgica e Grand Canyon. “Foi realmente uma jornada para trazer o filme à vida. E minha esperança é que ele mude a perspectiva global da palavra ‘negro’, que sempre significou inspiração, amor, força e beleza para mim.”
“Black Is King significa que negro é realeza, rico em história, propósito e linhagem. Espero que todos vocês gostem”, termina a artista.
Participam as modelos Aweng Ade-Chuol, Adut Akech e Naomi Campbell, a atriz Lupita Nyong’o, os cantores Kelly Rowland e Pharrell Williams, bem como a mãe, filha e o esposo, Tina Knowless-Lawson, Blue Ivy e Jay-Z.
Alguns sites estrangeiros já começaram a publicar os reviews falando muito bem da produção. O Deadline, por exemplo, nomeou Beyoncé como a “rainha cultural do nosso tempo” e contou que o filme é um “sinômino de glória”. “Tematicamente, o empoderamento feminino, os significantes da moda, o poder da voz e o marido Jay-Z e os dois filhos do casal também fazem aparições impressionantes neste último lançamento da mulher mais indicada na história do Grammy”, disse.
Para ver um gostinho do filme, veja o clipe de “Already”:
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