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Entrevista: CNCO fala sobre experiência de trabalhar com Natti Natasha e planos para o futuro

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Os meninos da banda CNCO se juntaram à cantora Natti Natasha para a energética faixa “Honey Boo”. Em abril, o feat. ganhou também um videoclipe, que conta com muita coreografia e boas energias entregues pelo som do reggaeton. Se liga nessa fotografia!

Há pouco o Papelpop bateu um papo com Zabdiel, Christopher, Joel e Erick (dessa vez, Richard não esteve presente). A conversa foi via Zoom e teve como foco a colaboração com Natti, bem como planos para o futuro. Confira o papo completo abaixo:

PAPELPOP: O clipe e a música parecem ter sido muito divertidos de se fazer. Qual foi a melhor parte de colaborar com a Natti Natasha?

ZABDIEL: A melhor parte de trabalhar com ela foi ver ela como uma performer no vídeo. Ela foi ótima, sempre dando tudo de si em frente às câmeras com muita atitude.

E como vocês estão nesse contexto de quarentena? Pois sei que vocês passam muito tempo juntos, sejam na turnê ou criando algo novo, né?
ZABDIEL: Sim, a gente tem se falado muito.

E vocês chegaram a sentir falta um do outro já?
JOEL: A gente não sente falta ainda não! Hahaha mentira. Mas a gente quer voltar a trabalhar, mas temos que esperar até todo mundo estar seguro e podemos voltar a trabalhar normalmente. Tomar voos e tudo mais. A gente sente falta um do outro, de ir ao estúdio, aprender nova coreografia, dos fãs, de viajar…

CHRISTOPHER: Sim, de andar pelo mundo.

JOEL: A gente espera que tudo passe logo, para que possamos viver todos esses momentos.

E acredito que vocês sejam muito movidos pela energia criativa. Como tem sido tomar essa vontade de criar e trabalhar enquanto em casa? Vocês têm gravado coisas em casa?

ERICK: Sim, a gente tem trabalho numas ideias de casa. Às vezes, a gente grava ideias separadas e envia um pro outro, aí a gente vê o que acha. Mesmo na quarentena, a gente ainda está criando. Especialmente música.

“Honey Boo” é o primeiro single do próximo disco de vocês, certo? Podem contar pra gente um pouco mais sobre as histórias que estão sendo contadas nesse próximo projeto?

JOEL: Bom, nesse próximo álbum a gente está compondo em todas as canções, então tudo vem de nós, de nossas experiências, de nossa criatividade e nossas diferentes imaginações. Acho que um som diferente está vindo também, algo mais maduro. Conforme estamos envelhecendo, estamos aprendendo novos jeitos de escrever músicas e contar nossas histórias. E também tomamos decisões em muito da produção. Então achamos que esse álbum vai ser bem especial. Ainda não temos uma dada, mas estamos colocando bastante esforço nele, então quando sair, a gente espera que dê pra perceber e que todo mundo goste.

Ter mais liberdade nas decisões criativas pode ser um tanto assustador, né?

JOEL: Sim, acho que sendo com músicas que você escreveu ou não, você sempre espera que as pessoas gostem, não importa como seja. Especialmente se o que está sendo dito é seu, saiu de você. Você quer que as pessoas gostem. É como um bebê, você não quer que as pessoas olhem e digam “que merda é essa?”. A gente tem muita fé na música que temos feito. No disco QQS, já tínhamos escrito as canções e as pessoas gostaram. E agora estamos vindo nesse novo nível.

Vocês comentaram sobre sentirem que o novo som é mais maduro. Qual era o principal objetivo enquanto criando esse novo som?

CHRISTOPHER:  A música que a gente ouve certamente nos ajuda a criar novas coisas no estúdio. A gente tem gostos musicais diferentes. E essa é a coisa legal de estar numa boyband. Todos nós temos mentalidades diferentes e conseguimos dar opiniões, aí temos uma ideia maior de como as coisas podiam ser. Todos temos ideias e sons diferentes. Espero ver vocês no Brasil em breve!

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