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Woody Allen diz que Timothée Chalamet só se pronunciou contra ele para alavancar a carreira

Woody Allen escreveu em seu recente livro de memórias que Timothée Chalamet apenas se pronunciou publicamente conta o diretor, em 2018, para aumentar suas chances de ganhar o Oscar por “Me Chame Pelo Seu Nome”.

O diretor esteve envolvido em polêmicas nos últimos anos, uma vez que foi acusado de abuso sexual por sua filha adotiva, Dylan Farrow. Com isso, seu filme de 2017, “A Rainy Day In New York”, teve seu lançamento postergado. Chalamet, o protagonista, revelou na época que doaria seu salário para organizações LGBT’s, de apoio às mulheres e vítimas de estupro, e que não queria “lucrar” em cima do projeto.

No novo livro do cineasta, “Apropos of Nothing”, Allen disse que a nota pública que o ator fez foi apenas uma estratégia para ganhar o maior prêmio da indústria cinematográfica e alavancar sua carreira.

“Os três protagonistas foram excelentes e foi um prazer trabalhar com eles. Mais tarde, Timothée declarou publicamente que se arrependia de trabalhar comigo e estava dando o dinheiro para a caridade, mas ele jurou à minha irmã que precisava fazer isso porque estava concorrendo a um Oscar por ‘Me Chame Pelo Seu Nome’, e ele e seu agente sentiram que tinha mais chances de ganhar se me denunciasse, e foi o que fez.”

Outro ponto interessante é que posicionamento de Chalamet aconteceu uma semana antes das indicações ao Oscar serem divulgadas, então não dá para saber se Woody está falando a verdade.

O ator de 24 anos havia declarado: “Eu estou aprendendo que um bom papel não é o único critério para aceitar um emprego – que se tornou muito mais claro para mim nos últimos meses, tendo testemunhado o nascimento de um movimento poderoso com a intenção de acabar com a injustiça, a desigualdade e, acima de tudo, o silêncio.”

“A Rainy Day In New York” foi, afinal, lançado e está disponível na Google Play. Elle Fanning, Jude Law, Liev Schreiber e Diego Luna também estão no elenco.

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