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Fernanda Lima e Monja Coen discutem conexão entre corpo e mente no Festival GRLS!

A conexão entre o corpo e a mente foi o tema da terceira talk do festival GRLS! neste domingo (8). Em uma conversa com a apresentadora Astrid Fontenelle, a também apresentadora e ex-modelo Fernanda Lima, acompanhada por Monja Coen, compartilhou suas experiências com práticas meditativas.

As duas já foram vistas juntas na televisão durante a série “Caminho Zen”, transmitida pela GNT, que mostrou a dupla em uma expedição de autoconhecimento pelo Japão.

Logo no início, a Monja fez questão de explicar que meditação é questionar a vida e a forma como lidamos com ela. Aproveitando a oportunidade para eliminar estereótipos, Fernanda ressaltou que, ao contrário do que muitos acreditam, os pensamentos ainda aparecem durante a prática meditativa.

“Eu crio uma imagem na minha cabeça em que eu fico observando os meus pensamentos. Sentar em meditação não é apagar os pensamentos da mente. É como se fosse um vento. Eles vêm e eu os deixo passar. Eles não me afetam. É quase viciante”

As experiências pessoais de cada uma das convidadas receberam destaques em vários momentos do bate-papo. A Monja, por exemplo, contou como se envolveu com o budismo.

“Foi acontecendo. Quando eu estava morando nos Estados Unidos com o meu ex-marido, acabei descobrindo um centro zen. Descobri que isso dava sentido a minha existência. Foi um momento de fazer uma revisão de mim mesma”

Elas também deram conselhos para o público sobre como se pode atingir um estágio de calma em um mundo tão conectado e digital. Para a missionária budista, é importante estabelecer prioridades e estar atento.

“Não dá para estar conectado com tudo. A gente tem que selecionar. A gente também tem que perceber as brechas de silêncio que existem. Há mais espaços vazios do que cheios e normalmente só reparamos nas pessoas, nos objetos que ocupam os espaços. A gente não repara no vazio”

Respondendo a perguntas da plateia, a Monja ainda contou como vê a luta feminista e lida com divergências, aproveitando que a data celebra o Dia Internacional da Mulher.

“Não gosto de chamar de luta. Eu me manifesto, eu me coloco só que com amor para construir um mundo melhor. Não podemos tolerar nenhum tipo de assédio e violência”

O painel foi encerrado com uma breve atividade de introdução a meditação. A Monja conduziu a atividade, convidando o público a investir em um processo de autoconhecimento.

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