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Fãs de “Supergirl” acusam série de fazer queerbaiting e pedem boicote a produção

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Nesta segunda-feira (27), uma tag subiu nos Trending Topics do Twitter. #BoycottSupergirl (Boicote Supergirl, em português) foi promovida pelos fãs do seriado e ainda está recebendo mais tweets. Os espectadores de “Supergirl” estão insatisfeitos com a forma que a narrativa vem sendo criada e desenvolvida.

A reclamação principal é sobre relacionamentos superficiais que a protagonista é inserida. Aliás, esta não é a primeira vez que reclamam sobre os envolvimentos da personagem. Muitos consideram a trama superficial e os relacionamentos sem nenhum tipo de aprofundamento ou razão.

Mas, algo também levantado durante estas reclamações foi a acusação de que o canal CW estaria utilizando a tática de queerbaiting para atrair o público LGBTQ+. O queerbaiting, basicamente, acontece quando uma produção dá indícios que seus personagens fazem parte da comunicada LGBTQ+ mas nunca chega a desenvolver realmente uma história sobre isso.

Muitos fãs disseram que a Supergirl já estaria a ponto de se envolver com Lena Luthor (Katie McGrath). Contudo, a produção simplesmente ignorou os desenvolvimentos anteriores e parecem sempre querer colocar a personagem principal em um relacionamento hétero – sem construí-lo também de maneira coerente.

“Eles tiraram um tempo da tela de Nia, separaram minha Brainia, estão transformando Lena em vilã, apagaram Dansen e esqueceram a trama de Alex ser mãe. Se você odeia tanto as pessoas LGBT, por que colocá-las em sua série?”

“Kara recebendo outro interesse amoroso inútil porque a CW é fodidamente homofóbica e se recusa a dar a representação que pedimos”

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