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Scarlett Johansson defende Woody Allen e filha do cineasta rebate

Recentemente, Scarlett Johansson disse ao The Hollywood Reporter que acredita na inocência do Woody Allen – ele foi acusado de abuso sexual por sua filha adotiva, Dylan Farrow – e confirmou que trabalharia novamente com ele.

“Eu o amo. (…) Eu vejo o Woody sempre que posso, e tive muitas conversas com ele sobre isso. Ele mantém sua inocência e acredito nele”, comentou.

Daí, Dylan ficou sabendo disso e não ficou nada contente. Ela rebateu a atriz de forma irônica:

“Porque se aprendemos alguma coisa nos últimos dois anos é que você definitivamente deve acreditar em predadores do sexo masculino que “mantêm sua inocência” sem questioná-los. Scarlett tem um longo caminho a percorrer para entender a questão que ela afirma defender.”

Scarlett acabou indo na posição contrária de artistas como Natalie Portman, Michael Caine, Timothée Chalamet, Greta Gerwig, entre outros, que se arrependeram de ter trabalhado com Woody.

Johansson já trabalhou anteriormente com Allen em “Match Point” (2006), “Scoop – O Grande Furo” (2006) e “Vicky Cristina Barcelona” (2008).

O último filme do cineasta, com Chalamet e Selena Gomez, foi “A Rainy Day In New York” (2017). Na época, ele acabou não sendo lançado devido às acusações de abuso sexual.

Também no mesmo período, Selena até doou anonimamente para a Time’s Up. O filme ainda não foi distribuído nos EUA, só em algumas partes da Europa. O longa será exibido no Brasil à partir do dia 31 de janeiro de 2020.

Atualmente, Allen está trabalhando em seu próximo projeto, intitulado “Rifkin’s Festival”, que foi filmado durante o verão na Espanha.

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