Nosso menino cresceu, gente! Foi divulgada na íntegra na tarde desta segunda-feira (26) a entrevista de Harry Styles para a revista Rolling Stone, em que é capa do mês de setembro. Além de aparecer lindíssimo em um ensaio fotográfico feito por Ryan McGinley para o recheio da publicação, o ex-One Direction revelou detalhes a respeito de seu novo álbum.
Questionado sobre a essência do projeto, que ainda não tem data pra chegar às plataformas, Styles disse que vem dando alguns retoques finais e que o projeto traz algumas das canções mais difíceis de sua carreira. O por que disso? Todas elas tem um pedacinho de sua alma.
“É pra transar e se sentir triste”.
O cantor também disse que mesmo tendo estado sob os holofotes por praticamente uma década, sempre teve preservada sua essência de menino e sua sanidade mental – o que lhe permitiu seguir sendo criativo, ainda que diante de uma série de ansiedades e dúvidas que de uma forma ou de outra, contradisseram uma visão autoconfiante que seu público sempre teve de si.
“Enquanto estava com os meninos [na 1D], eu ficava constantemente com medo de que pudesse cantar uma nota errada, sentia muita cobrança para não fazer nada errado. Me lembro de quando assinei um contrato de gravação e perguntei ao meu empresário: ‘O que acontece se eu for preso? Isso significa que o contrato se torna nulo e sem efeito?’. Agora sinto que os fãs me deram um ambiente em que eu posso crescer e ser eu mesmo. Um espaço seguro para aprender e para cometer erros”.
Intitulada “O raio de sol eterno de Harry Styles”, a reportagem também traz uma menção interessante do cantor ao uso de drogas. Após passar junto à reportagem diante do estúdio Shangri-La, na Califórnia, Harry se divertiu ao lembrar que usou algumas substâncias ilícitas no local.
“Usei muitos alucinógenos aqui, tomávamos chá de cogumelo e deitávamos na grama, ouvíamos Paul McCartney de baixo do sol. Mordi a ponta da língua fora, depois fiquei tentando cantar com um monte de sangue jorrando da minha boca… Cogumelos e sangue… um bom título para um álbum”.
Além de comentar sobre um possível retorno da One Direction (ao qual disse que “nunca diria que não faria isso de novo, devemos fazer”), o astro também falou sobre sexualidade. Ao falar sobre a comunidade LGBTQ+, ele defendeu a representatividade e disse que, mesmo não se vendo como um defensor de causas sociais, pode fazer a sua parte.
“Não é sobre eu tentar ser o defensor das causas, porque não sou a pessoa que faz isso. É sobre não ignorá-las, não estou dizendo que entendo como seja [ser LGBTQ+], só estou tentando dizer que estou os vendo”.
Pra ler a entrevista completa em inglês, basta clicar aqui.
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