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Sabrina Carpenter conversa com o PP sobre a nova música pop e como é fazer parte dela

Momento retrospectiva: Em 2015, Sabrina Carpenter ainda estava desabrochando na música. Àquela altura, ela lançava Eyes Wide Open, seu primeiro disco de estúdio. O trabalho chegou com doze faixas tímidas ~todas hits~ e serviu de ponte para o consistente EVOLution (que álbum, gente!).

Hoje, às portas do lançamento de um terceiro álbum de estúdio, ninguém mais tem dúvidas de que ela é o próprio quartzo do pop. Sabrina voltou e tá com single novo na área, a gostosinha Almost Love ~que tem um clipe maravilhoso, aliás, cheio de coreografia.

Colhendo tudo aquilo que plantou até agora, inclusive o amor dos fãs do Brasil, a moça se prepara para o lançamento do terceiro disco, ainda envolto em uma aura misteriosa.

Em entrevista ao PAPELPOP, ela abriu o jogo e falou sobre o papel de influencer, sobre esse novo trabalho e até sobre como sua relação com Ariana Grande foi importante para atingir o público brasileiro – em outras palavras, todo o universo que envolve a música pop.

Cata só essa entrevista:

PAPELPOP: Eu adoro o nome Sabrina porque me lembra a série “Sabrina, A Aprendiz de Feiticeira” da Nickelodeon dos anos 2000. Você assistia?

Sabrina Carpenter: Com certeza! Eu amava muito essa série, é uma das séries. E adoro porque, além da série, existe um filme da Audrey Hepburn chamado “Sabrina”. Não existem tantas personagens chamadas Sabrina. Eu acho muito legal.

Me lembro que fui te seguir no Instagram e você apagou tudo e deixo seu feed super conceitual para promover “Almost Love”. A gente vê muitos artistas fazendo isso. Foi para deixar marcado uma nova musicalidade?

Eu quis começar esse novo ciclo da minha música de uma forma que as pessoas pudessem separar o que eles ouviam antes e o que eles vão começar a ouvir agora. É uma mudança musical, mas também visual.

E qual a principal diferença que você vê de “Amost Love” para tudo o que você fez antes?

É bem diferente e a principal diferença entre agora e “Alien” [lançamento anterior] é o Jonas. Nunca pensei em “Alien” como algo para minha carreira solo. Sempre foi pensado como uma colaboração. Então é diferente do que costumo fazer. Essa é a primeira música do ano e será bem diferente de tudo e sempre gosto de mudar em vez de fazer a mesma coisa sempre.

Gosto de pensar que é bem uma música de verão, mas não sei se as pessoas ouviram algo como ela antes. Refleti nas minhas últimas músicas e todas elas tem algo especial, mas nada foi igual a essa. Ela tem uma energia diferente do que normalmente se ouve e, visualmente, também quis que fosse assim. O álbum também seguirá um visual parecido.

Acho muito legal quando você diz que quis fazer algo diferente. Porque, por exemplo, “No Tears Left to Cry” da Ariana Grande também teve essa preocupação na construção.

Pois é! Adoro a Ariana e fizemos turnê juntas. Nós todos vimos que o ano passado não foi um bom ano para ela. E a forma como ela superou isso e como ela levou a sério… Aprendi muito com ela. Ela é muito divertida, doce e talentosa.

Inclusive, foi por ela que você veio pela primeira vez ao Brasil, certo? Você abriu o show dela aqui!

Sinto que minha primeira vez no Brasil não poderia ter sido melhor. Nós nos apresentamos num estádio enorme no Rio e os fãs dela são incríveis. Eu nunca havia visto um público tão animado, ainda mais porque às vezes o artista de abertura não é bem recebido.

Queria ter ficado mais tempo, mas consegui experimentar brigadeiro e me apaixonei. Então com certeza irei voltar.

Vi que a Nylon Magazine te colocou na lista de artistas da Geração Z para ficar de olho em 2018. O que você achou? Acho legal porque 2018 é também um ano importante para você.

Foi incrível quando eu vi, e é muito legal ver que você está numa revista que você é fã lê há anos. E também é muito bom ver que você é uma parte relevante de uma geração que você faz parte e sim, tenho muitas coisas para 2018 e justamente por isso estou muito animada.

E você tem um álbum vindo, tem alguma colaboração que você gostaria muito de fazer nele?

Essa é uma pergunta que nunca consigo responder! Porque sempre vou dizer nomes que gostaria de fazer uma parceria e sei que nunca vai acontecer! *Risos* Por exemplo, acho que minha colaboração dos sonhos seria a Rihanna. Se ela um dia se oferecer para isso, eu só vou. Ela é tipo uma deusa.

Qual a sua rede social favorita?

Eu interajo muito com meus fãs pelo Instagram e pelo Twitter. Então essas são as redes que mais uso porque faço sempre questão de falar com todo mundo. Mas entre as duas, eu diria Instagram porque sou uma pessoa mais visual.

Gente! Então se você ama o Instagram, deve ter sido horrível deletar tudo para promover “Amost Love”. Eu não conseguiria!

Nossa sim. Nesse tempo todo fiquei pensando sobre isso e sério, a sensação de começar do zero é incrível. Foi realmente muito bom. Você deveria tentar.

*Risos* Vou tentar! Sabrina, foi ótimo conversar com você. Espero que você passe pelo Brasil logo menos.

Foi ótima a nossa conversa. E sim, também quero voltar logo!

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