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Os seis filmes essenciais da Cher para você entender o tamanho do vrá

Quando alguém se divide entre mil e uma atividades, nós acabamos deixando ~inevitavelmente~ uma dessas tarefas de lado, isso é certo.

Isso é algo muito comum em se tratando de quem vive com um pé no cinema e outro na música, mas, no caso da Cher, isso não acontece. É lacre em qualquer universo artístico. Nesse post, nós iremos dar dicas de filmes essenciais da Cher para você sentir o poder da atuação dessa diva, o tamanho do lacre, do vrá, da fechação.

O mais recente dela é “Mamma Mia: Here We Go Again“, já em cartaz nos cinemas. No filme, a cantora celebra novamente o fato de ser a dona de uma das carreiras mais bem sucedidas do mundo pop. Afinal, são 72 anos de pura voz, beleza, senso de humor e atuações maravilhosas!

Nesta lista, reunimos seis filmes em que ela aparece para entender por que esse ícone é tão necessário no cinema ~e também em nossos corações~.

A gente começa em ordem cronológica: Cher começou a estrelar filmes no cinema ainda nos anos 1960, quando fazia dupla com o ex-marido Sony, mas foi somente no início dos anos 1980, na era pré-“Believe”, com “Silkwood: O Retrato de uma Coragem”, que ganhou os olhares de todo mundo ao interpretar a doce Dolly Pelliker, melhor amiga da protagonista Karen, interpretada por Meryl Streep <3

A narrativa é dramática. Ambientada na década de 1970, a personagem principal descobre uma série de irregularidades na empresa em que trabalhava, uma fábrica de componentes para usinas nucleares. A partir de então, ela passa a sofrer ameaças e põe a própria vida em jogo.

Vem ver o trailer:

Por esse filme, Cher levou o Globo de Ouro na categoria Melhor Atriz Coadjuvante e foi indicada ao Oscar, na mesma categoria.

Dois anos depois, em 1985, ela atuou em “Marcas do Destino”, um daqueles filmes para refletir sobre as diferenças.  A essa altura, já uma especialista em dramas, Cher interpreta Florence “Rusty” Dennis, a mãe de Rocky Dennis, um adolescente que nasceu com uma espécie de deformação facial.

Em virtude do problema, todo mundo tem convicção de que o rapaz usa uma máscara. Atuação bárbara, rendeu a ela a Palma de Ouro no Festival de Cannes naquele mesmo ano.

Dá uma olhada nesse teaser:

Hora de mostrar versatilidade mais uma vez. Em “As Bruxas de Eastwick”, de 1987, não é nada redundante mencionar: Cher aparece absolutamente fabulosa dando vida a Alex, uma bruxa que ao lado de duas amigas, vivem imaginando o que seria o homem ideal. Um belo dia, elas conhecem o super hiper rico Daryl Van Horne e travam uma batalha literalmente mágica para disputar seu coração.

Uma comédia bem gostosinha, indicada ao Oscar em duas categorias, sendo trilha sonora e melhor som.

O anos 1980 chegavam a seu fim e, gloriosa como a própria década que a consagrou no cinema, Cher entregou um dos seus papeis mais belos. Em “Feitiço da Lua” encarnou a viúva Loretta Castorini, uma personagem que engata um triângulo amoroso com o noivo Johnny, um rapaz bem sem sal, e o cunhado, o padeiro Ronny, interpretado pelo ícone Nicolas Cage.

Naquele ano, o Oscar de Melhor Atriz e o Globo de Ouro de Melhor Atriz de Comédia foram dela!

Repararam como ela se deu bem interpretando uma mãezona em “Marcas do Destino”? Alguns anos depois de ter dado à luz a Chaz Bono e Elijah Blue Allman, seus filhos biológicos, e de interpretar a inabalável Rusty, Cher voltou às salas de cinema como a maravilhosa Rachel, em “Minha Mãe é Uma Sereia”.

Mãe solteira, essa personagem se dedicava integralmente à criação das filhas Kate e Charlotte. Parece simples, mas esse cuidado tem desdobramentos sensacionais, já que a história se passa nos anos 1960 e as escolhas e os pensamentos levados em consideração na educação das meninas não eram lá muito de acordo com a época.

Ícone à frente de seu tempo!

Entre outras produções, sem muito destaque ao longo de vinte anos, ela mandou ver em suas criações musicais (este foi um dos períodos mais férteis dela – “Believe” e “Walking in Memphys” surgiram exatamente aqui).

Foi em 2010 que, definitivamente aclamada como a dona de uma das vozes mais inconfundíveis ~e belas~ da cena pop, Cher voltou acompanhada de ninguém menos que Christina Aguilera para o encantador “Burlesque”.

Esse sem dúvida é um dos clipes mais bárbaros que o mundo dos musicais já viu, quem concorda respira! A melhor maneira de dar as boas vindas ao mundo burlesco e delicioso do longa. Não há o que comentar.

E claro, pra fechar essa retrospectiva, não poderíamos deixar de citar a atuação esplendorosa do ícone na sequência de “Mamma Mia”. Além de cantar hits do ABBA, que estarão mais tarde em um disco com dez regravações, Cher desempenha tão bem seu papel que a gente sequer desconfia que ela é mãe de Meryl Streep ~Nós comentamos sobre isso em uma resenha~.

Para não questionar o magnetismo sem limites desse diamante rosa que é Cher! Não custa nada lembrar: “Mamma Mia: Here We Go Again” estreia no Brasil em 2 de agosto!”

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