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Justiça norte-americana proíbe stalker de se aproximar de Paris Jackson

Um problema comum entre as estrelas de Hollywood, mas que mete medo em qualquer um: o tribunal norte-americano deu vitória a Paris Jackson nesta terça-feira (3) em um processo em que ela solicita uma medida protetiva contra um suposto stalker.

A filha de Michael Jackson estaria sendo perseguida há cerca de um mês em Los Angeles, quando passou a observar que um homem a esperava na porta de um estúdio na cidade.

O stalker em questão é Nicholas Lewis Stevens, que confessou à corte que em uma das ocasiões, havia esperado a modelo no local por cerca de quinze horas.

Em um desses encontros, um amigo da modelo teria perguntado ao fã o que ele fazia ali. A resposta (ou confissão, vai da interpretação de cada um) foi bem direta: “O que você acha que estou fazendo aqui? Estou seguindo sua amiga!”. Em outra ocasião, Stevens se dirigiu até a moça e disse: “Até a meia noite tudo isso terá terminado”. Que horror!

Não o bastante, o tal stalker também havia postado mensagens no Twitter em que dizia que Paris e ele eram “almas gêmeas”, fato que não demorou muito a surtir efeito e a convencer Paris a chamar a polícia.

Agora o rapaz segue em liberdade, mas deve ficar a pelo menos 100 metros de distância da sucessora natural do rei do pop. Stevens também está proibido de tentar qualquer forma de contato com Paris até o dia da próxima audiência, que tem data marcada para o fim do mês.

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