Frontman do Years & Years, Olly Alexander está em sua melhor fase. Após o lançamento do álbum “Palo Santo”, o cantor invadiu as páginas da Paper com um ensaio que, olha, tá de parabéns!
Mas não é só em frente às câmeras (e em cima do palco) que Olly arrasa. Em entrevista à revista, o cantor falou sobre homofobia, esteriótipos e a cena queer atual.
Vem ver!
“Esta é a melhor hora para ser um artista gay. Nós não estaríamos aonde estamos hoje sem todos os gays que vieram antes de nós e quebraram tantas barreiras. Mas, as barreiras não foram embora. Especialmente para membros menos privilegiados da comunidade queer”.
Existe essa homofobia casual e traiçoeira em todas as indústrias, inclusive a da música. Gravadoras e pessoas em posição de poder apoiam artistas LGBTQ apenas no discurso. Quando nós vamos ver um artista gay realmente bem-sucedido? Esgotando shows, alçando o topo das paradas? Há muitos comentários do tipo ‘Ah, isto é muito gay’ ou ‘isto não vai agradar as pessoas’ e isso é um problema.
Eu falo bastante de sexo – especialmente na imprensa – porque muita gente tem medo de falar disso […] Mas eu percebi que algumas pessoas ficam chateadas quando eu faço isso porque eles dizem que eu estou perpetuando esse esteriótipo de que gays são promíscuos e querem f*der tudo o que se move – E eu falo, escute, alguns gays são assim, e outros não, e está tudo bem. Há vários jeitos de ser gay ou queer, não há apenas um.
Um homem é um homem, né?
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