Sem nenhum tipo de exagero e recheado de amor no coração: o ingresso do Rock in Rio vale, e muito, só pelo palco Sunset. Dá pra se discutir muito sobre quem é que deveria tocar lá ou no palco Mundo, mas a verdade é que, por mim, todo mundo ia pro que, em teoria, é o local secundário do evento porque, nossa, como é gostoso assistir a um show lá.
É infinitamente menos gente — o que permite assistir a todos os shows REALMENTE de perto –, quem tá lá está porque quer ouvir aquele som, independente de qualquer coisa e, acima de tudo, quer curtir aquele momento.
Assisti a vários por lá — de Alice Cooper a Grande Encontro, passando por Ney Matogrosso + Nação Zumbi e, nossa, me apaixonei por tudo o que vi. Mas não me diverti nem perto do quanto me diverti com CeeLo Green.
É um clima tão gostoso que, por mais que pouca gente de fato conhecesse as músicas do cara, era impossível ficar parado. Pouca gente cantou MESMO as músicas mas, tenha certeza disso, absolutamente todo mundo que tava ali dançou. Nem que tenha sido só com o pescoço.
Anárquico o suficiente pra esticar o show a ponto de fazer o Palco Mundo começar sem que tenha terminado, CeeLo Green e sua banda formada por mulheres (só os instrumentos de sopro eram tocados por um cara e a baterista era puro carisma) dominou o público desde o momento que pisou no palco.
Pilhado no melhor dos sentidos, o cara cantava, sorria, ria e pedia gritos da plateia que dançava como se não houvesse amanhã. Chamou os percussionistas do Quabales pra ajudar naquele groove mais do que delicioso, fingiu que ia tocar “Fuck You” mas riu da nossa cara, tocou “Don’t Cha” (que ele escreveu pras Pussycat Dolls), chamou baixista e backing vocal pra assumir o palco (e nem elas deixaram de interagir com a plateia) e enfim. Seria um showzão da porra só por isso, mas aí entrou a IZA.
Brasileira, a mina dominou assumiu o palco para si, protagonizou o momento importantíssimo de protesto, pedindo pra galera gritar mais alto “FORA TEMER!”, o que todo o resto da galera lá em cima seguiu e, quem não a conhecia, recebeu o melhor cartão de visitas possível.
Essa, aliás, é a vantagem do Sunset: conhecer gente nova. É tão intimista, tão delicioso… Que até mandando um enorme e uníssono “Fuck You” vira um momento de querer abraçar os amigos e pular junto.
O Sunset não poderia ser mais legal. Fuck you too, Mr. Green! <3
Por Thiago Borbolla (do Judão), direto do Rio de Janeiro
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