Em uma postagem nesta quinta (22), no Facebook, o senador Romário Faria (PSB-RJ), anunciou que será realizada uma audiência pública sobre a Sugestão Legislativa que propõe a criminalização do funk. Para o debate, ele convidou vários artistas icônicos do ritmo, como Anitta, Nego do Borel, Valesca Popozuda e Tati Quebra Barraco. Ele também chamou os antropólogos Hermano Vianna (autor de “O Mundo Funk Carioca”) e Mylene Mizhari (autora de “A Estética Funk Carioca”), além de Marcelo Alonso, civil autor da proposta. Romário escreveu:
Eu, como um carioca nato e um eterno funqueiro, sou totalmente contra essa proposta. Além de ser inconstitucional, por atentar contra a liberdade de expressão, o funk tira pessoas do desemprego, gera renda e movimenta a economia. Como bem disse a presidente da comissão, senadora Regina Sousa, o funk começou no Rio de Janeiro, mas ganhou o Brasil. Se tornando mais um ritmo musical que expressa a identidade de uma grande parcela da população.
Na Sugestão Legislativa 17/2017, idealizada por Marcelo Alonso, o funk seria taxado como crime de saúde pública:
É fato e de conhecimento dos Brasileiros difundido inclusive por diversos veículos de comunicação de mídia e internet com conteúdos podre alertando a população o poder público do crime contra a criança,o menor adolescentes e a família. Crime de saúde pública desta “falsa cultura” denominada “funk”.Os chamados bailes de “pancadões” são somente um recrutamento organizado nas redes sociais por e para atender criminosos, estupradores e pedófilos a prática de crime contra a criança e o menor adolescentes ao uso, venda e consumo de álcool e drogas, agenciamento, orgia e exploração sexual, estupro e sexo grupal entre crianças e adolescente, pornografia, pedofilia, arruaça, sequestro, roubo e etc”(sic).
A proposta recebeu endosso de quase 22 mil assinaturas. No momento, ela está na Comissão de Direitos Humanos do Senado, e precisa passar por ela para se tornar um projeto de lei. Em consulta pública online que já conseguiu cerca de 14 mil votos, mais de 79% das pessoas concordam com a ideia. Para votar no portal E-Cidadania, clique aqui.
“Se o conteúdo das letras ou das festas [de funk] não agradam é porque cresceram vendo e vivendo aquilo que cantam. Deem acesso a outros assuntos e cantarão sobre eles. Traduzirão as músicas de outros idiomas pra proibir as que não tem mensagens que agradam aos cultos ou é só uma discriminação mais direcionada?”
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