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YouTube está censurando clipes de artistas e conteúdo LGBT com novo recurso

Ih gente, olha a treta! Um novo recurso do YouTube está causando a maior polêmica com os usuários porque certos vídeos de conteúdo (e criadores) LGBT, além de clipes de artistas pop, estão sendo censurados (via Gizmodo).

O que acontece é que o YouTube criou o “restricted mode”, ou seja, um modo restrito opcional para os usuários com mais de 18 anos (quando se é menor de idade e tem conta lá o filtro já fica ativado). Essa ferramenta usa, segundo o próprio site, “denúncia dos usuários, restrição de idade e outros sinais para filtrar e identificar conteúdo inapropriado”.

Só que esse filtro, notou a galera, está bloqueando, por exemplo, clipes de Lady Gaga, Tove Lo, Tinashe, Mariah Carey, Troye Sivan, Katy Perry, Kylie Minogue, Nicki Minaj, Christina Aguilera, Miley Cyrus, Anitta, Banda Uó, Lia Clark e váaaaaaarios outros artistas. Sério, são muitos! O recurso, quando ativado, também censura vídeos com temática LGBT e de próprios “creators” LGBT.

Com a Lady Gaga a maioria dos vídeos remanescentes são áudios, performances ao vivo e material da era “Cheek to Cheek” – olha só os prints, via RDT Lady Gaga:

Situação dos vídeos de Riri:

Com o Tyler Oakley, youtuber famoso, está acontecendo a mesma coisa. A primeira imagem abaixo é de quando o filtro não está ativado, e a segunda quando está:

Mesma coisa com o Issa:

Se quiserem ver por conta própria, no app de celular do YouTube é só ir em Configurações e Filtro do Modo Restrito. No computador basta rolar qualquer página do YouTube até o final e achar alli Modo restrito: Ativado/desativado.

O YouTube falou sobre o caso neste domingo, dia 19:

“Somos muito orgulhosos por representarmos as vozes LGBTQ+ em nossa plataforma — elas são uma parte chave do que o YouTube significa. A intenção do modo restrito é filtrar conteúdo maduro para a pequena parcela de usuários que querem uma experiência mais limitada. Vídeos LGBTQ+ estão disponíveis no modo restrito, mas vídeos que discutem assuntos mais sensíveis podem não estar. Nós nos arrependemos por qualquer confusão que isso causou e estamos de olho nas suas preocupações. Aceitamos o feedback de vocês e a paixão em fazer do YouTube uma comunidade inclusiva, diversa e vibrante.”

Olha, a gente não entendeu muito bem esse critério, hein? No Twitter a hashtag #YouTubeIsOverParty está bombando, hahahaha!

E aí, deram uma olhada? O que acharam?

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