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The Strokes volta ao Brasil depois de 6 anos e deixa a desejar no show

A última passagem no Brasil do The Strokes como banda foi em 2011, no extinto festival Planeta Terra. E em 2014, o vocalista Julian Casablancas fez um show solo no Lollapalooza, que a galera não curtiu. Eles voltaram ao Lolla esse ano e, ainda assim, o Strokes não fez uma apresentação tão boa!

Mesmo debaixo da chuva o público não desanimou. As primeiras músicas pareciam uma passagem de som, mas isso mudou com “Someday”, do álbum “Is This It”, de 2001, um dos mais famosos da banda. Foi pura nostalgia ouvir essa música, lançada há 16 anos.
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(Foto: Camila Cara e MRossi)

Ao som de “Reptilia”, o público vibrou ainda mais. O hit é do ótimo trabalho da banda, “Room on Fire”, lançado em 2003. Em seguida, o Julian Casablancas fez umas brincadeiras no palco e começou a cantar “Is This It”, que nomeia o álbum já citado.

Por sinal, esse foi um disco que rendeu na noite, com “Last Night”, que agitou todo mundo assim como “New York City Cops” e “Is This It”.

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(Foto: Camila Cara e MRossi)

A animação do público não diminuiu nem com os problemas técnicos apresentados pela banda, o vocalista, Julian, chegou a comentar que sua voz não estava das melhores e realmente, deixou a desejar em diversas músicas.

A passagem entre uma música e outra também apresentava alguns problemas. Parecia que eles não estavam seguindo uma setlist e sim, e escolhendo na hora, não que isso seja ruim, mas rolaram algumas falhas.

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(Foto: Camila Cara e MRossi)

Além dessas, a banda mandou outros sucesso do disco “Is This It”, e do álbum “Future Present Past”, como “Threat of Joy”. Só sentimos falta de “Juicebox”, “You Only Live Once” e até mesmo de “Under Cover Of Darkness”.

Strokes encerrou o show com encore de “80s Comedown Machine”, “Heart in a Cage” e “Hard to Explain”.

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(Foto: Camila Cara e MRossi)

A apresentação poderia ter sido melhor, mas mesmo assim os fãs do Strokes não desanimaram e continuaram prestigiando a banda. Apesar disso, show poderia ter durado mais, mas o vocalista estava mais preocupado em fazer piadinhas com o público.

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