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Harry Styles rebate acusações de marketing por trás de estética queer: “Quem se importa?”

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Não é de hoje que as pessoas andam de olho na sexualidade de Harry Styles – o que só se intensificou nos últimos tempos quando o cantor decidiu empregar uma estética queer na parte visual de seu trabalho.

Em plena fase de divulgação do disco “Fine Line”, lançado na última sexta-feira (13), ele foi questionado por uma repórter do jornal britânico The Guardian sobre as acusações que vinha sofrendo de ter “traçado uma estratégia de marketing” a partir de sua mudança de visual.

Por aí há quem diga que ele tenha feito isso pra tentar se manter interessante tanto para o grande público, quanto para a comunidade LGBTQ+. Categórico, Styles disse que o problema está na verdade na busca das pessoas por um rótulo de sexualidade, o que em sua opinião não faz o menor sentido.

“Não é como se eu estivesse guardando uma resposta [sobre sua bissexualidade], protegendo-a, segurando. Não é o caso de: ‘Não estou lhe dizendo porque não quero lhe contar’. Também não é algo do tipo: ‘Oh, isso é meu e não é seu’. É apenas… ‘Quem se importa? Faz sentido pra vocês? (…) Eu tenho uma vida privada, você só não tem que saber sobre isso”.

O muso também comentou sobre sua forma de se vestir e a maneira com que vem conduzindo sua carreira.

“Em se tratando de como quero me vestir e como será a capa do álbum, costumo tomar decisões baseado nos colaboradores que escolho. Quero que as coisas pareçam de uma certa maneira. Não para me fazer parecer gay ou hétero ou bi, mas porque acho legal. No momento em que você se sente mais confortável consigo mesmo, tudo isso fica mais fácil”.

“Fine Line” chegou às plataformas digitais na última sexta-feira (13) e logo de cara emplacou suas 11 faixas no Top 50 Global do Spotify. Já ouviu? Qual é a sua favorita?

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