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Beyoncé fala dos filhos, aceitação de corpo, Coachella e mais na Vogue

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Você se lembra de um mundo antes da Beyoncé? É assim que a Vogue apresenta a sua edição de setembro de 2018. E não, nós não lembramos!

Capa do mês mais importante da revista americana, a rainha Bey fala sobre o nascimento dos gêmeos Sir e Rami, a aceitação do corpo, a história dos seus antepassados e do Beychella.

Ela também destaca as barreiras que quebrou ao contratar o primeiro fotógrafo negro a assinar uma capa de uma Vogue, o jovem Tyler Mitchell.

Confira abaixo as fotos e os trechos mais legais traduzidos pelo PP!

“Depois do nascimento da minha primeira filha, eu acreditei nas coisas que a sociedade diz sobre como o meu corpo deveria ser. Eu me pressionei para perder todo o peso em três meses […] Olhando para trás, isso foi loucura […] Depois dos gêmeos, eu abordei as coisas de um jeito bem diferente”.

“Eu acho importante que as mulheres e os homens vejam e apreciem a beleza natural de seus corpos. É por isso que eu tirei as perucas e apliques e usei pouca maquiagem para este ensaio”.

“Até que haja um mosaico de perspectivas vindo de diferentes etnias por trás das lentes, nós vamos continuar a ter visões e abordagens restritas de como o mundo realmente é. É por isso que eu quis trabalhar com este brilhando fotógrafo de 23 anos, Tyler Mitchell”.

“Quando eu comecei, 21 anos atrás, me disseram que seria difícil eu estar na capa das revistas porque pessoas negras não vendem. Claramente isso se comprovou um mito. Não há apenas uma afro-americana na capa do mês mais importante da Vogue como é a primeira capa da revista feita por um fotógrafo afro-americano”.

“É importante para mim que eu ajude abrir as portas para artistas jovens. Há tantas barreiras culturais e sociais e eu gosto de fazer o que eu posso para apresentar um ponto de vista diferente para as pessoas que possam sentir que suas vozes não importam”.

“Conectar-se ao passado e conhecer a nossa história nos torna marcados e bonitos ao mesmo tempo […] Eu rezo para que eu consiga quebrar a maldição geracional da minha família e que os meus filhos tenham uma vida menos complicada”.

“Eu fui ao inferno e voltei, e sou grata à cada cicatriz […] Por meio disso tudo eu aprendi a rir, chorar e crescer […] Agora eu me sinto tão mais bonita, sexy, interessante. E muito mais poderosa”.

“Eu não gosto de estruturas. Eu gosto de ser livre. Eu não me sinto viva até que eu esteja criando algo […] Eu não me sinto feliz se eu não estou melhorando, indo para a frente, inspirando, ensinando e aprendendo”.

“Eu tinha uma visão clara do Coachella. Ele foi tão específico porque eu o vi, escutei e ele já estava escrito dentro de mim […] Foi uma celebração de todos os que sacrificaram mais do que a gente consiga imaginar um dia, que moveram o mundo para frente, para que então uma mulher de cor fosse headliner de um festival tão grande”.

“Para mim, um dos momentos mais memoráveis da On the Run II foi o show em Berlim no Estádio Olímpico, o mesmo das Olimpíadas de 1936 […] É o lugar onde Jesse Owens ganhou quadro medalhas de ouro, acabando com o mito da supremacia branca. Menos de 90 anos depois, dois negros estavam lá, cantando para um estádio lotado”.

Confira aqui (em inglês) o texto completo de Beyoncé.

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