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“Jessica Jones” deve ser a primeira produção da Marvel a explorar sexualidade

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Esse final de semana rolou lá em Nova York a Comic Con e durante o painel da Netflix, foi apresentado o episódio piloto de “Jessica Jones”, nova parceria do canal de streaming com a Marvel.

Quem estava por lá, pode acompanhar a primeira produção da Marvel a abordar mais profundamente sexo e sexualidade, além de ver a primeira personagem gay do Universo Cinematográfico do estúdio.

Ok, na semana passada vimos um inumano gay em “Agents of S.H.I.E.L.D.”, mas foi apenas em um episódio e um papel pequeno, não tão importante quanto Jeri Hogarth (Carrie-Anne Moss), a advogada que contrata os serviços de Jessica Jones (Krysten Ritter) como investigadora.

CUIDADO COM SPOILERS A SEGUIR…

Segundo a descrição do episódio, divulgada hoje pela revista Vulture, Jeri irá aparecer em uma cena mais íntima com uma mulher. Depois, descobre-se que ela está traindo a esposa.

Além disso, a própria Jessica Jones pode se revelar bissexual. Em uma cena com uma personagem chamada Trish, daria a entender que elas já tiveram um envolvimento romântico.

“Todo o episódio foi chocante e honesto em sua abordagem de sexo e sexualidade – especialmente em comparação com o resto da produção cinematográfica e televisiva da Marvel, que tende a ser heterossexual e fofa nas raras ocasiões em que sequer se atreve a ser sexual”, descreve a Vulture.

Ainda de acordo com a publicação, o episódio de estreia tem uma cena de sexo bem forte entre Jessica Jones e Luke Cage (Mike Colter), em que a heroína assume uma posição de controle.

Se já estávamos ansiosos pela série antes, agora estamos mais ainda! “Jessica Jones” tem estreia marcada para 20 de novembro na Netflix.

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