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Dá pra ver uma “prévia” do livro do Kanye West em seu Twitter

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Enquanto Kanye West não publica seu livro de filosofia, o rapper vai dando aos fãs uma “prévia” do conteúdo por meio de seu Twitter reativado recentemente.

Aproveitando os 280 caracteres disponíveis, ele vem escrevendo pensamentos como:

“Quando você acordar, não use logo o celular ou a internet, e nem fale com qualquer pessoa por pelo menos uma hora se possível. Só fique parado e curta sua própria imaginação. É melhor do que qualquer filme.”

“Você tem as melhores ideias. As opiniões das outras pessoas distraem mais do que informam. Siga sua própria visão. Baseie suas ações no amor. Faça as coisas que ama, e se não ama algo, pare de fazer assim que conseguir.”

“Eu não acredito no conceito de inimigo. Fomos condicionados a competir sempre. Pare de procurar algo para superar e simplesmente exista. Você não precisa fazer todo o trabalho. Quando começar a agir com base no amor, o universo vai te ajudar.”

Entre outras postagens, ele esclareceu:

“Esse é o meu livro que estou escrevendo em tempo real. Nenhum editor ou assessor vai me dizer o que eu devo colocar nele ou quantas páginas preciso escrever. Essa não é uma oportunidade financeira; é uma necessidade inata de ser expressivo. Vou trabalhar neste ‘livro’ quando eu quiser. Quando nos sentamos nas manhãs, temos várias ideias e várias coisas que queremos expressar. Quando li este tuíte, não gostei do quanto eu usei a palavra ‘eu’, então mudei os ‘eus’ para ‘nós’.”

Kanye vem tuitando sobre como devemos nos livrar de tudo que impede que nossas ideias floresçam.

Entrevistando seu designer de interiores, o rapper falou sobre o futuro livro: “Estou me aprofundando em um novo conceito. Estou escrevendo um livro de filosofia chamado ‘Break the Simulation’. E eu tenho essa filosofia — vamos dizer que é um conceito, porque às vezes filosofia soa muito pesado — sobre fotografias, sobre seres humanos obcecados por fotografias, porque elas te tiram do momento atual e te transportam para o passado ou para o futuro. [A fotografia] pode ser usada para documentar algo, mas muitas vezes ela ultrapassa as pessoas. As pessoas se preocupam muito com memórias; elas sempre querem ouvir a história de alguma coisa, o que é importante, mas acho que põem muita importância na história.

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