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Kim Kardashian aciona advogados para ajudar jovem presa por matar abusador

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Kim Kardashian é uma das celebridades que se mobilizaram para tentar ajudar uma jovem condenada por matar o homem que a mantinha refém como escrava sexual.

“O sistema fracassou. É de quebrar o coração ver uma jovem ser traficada e, quando toma coragem de lutar, é presa para a vida! Nós precisamos fazer melhor, fazer o certo. Acionei meus advogados para ver o que pode ser feito para consertar isso”, escreveu a socialite no Twitter nesta terça-feira (21).

Cyntoia Brown foi traficada e vendida, na adolescência, a Johnny Allen, de 43 anos, depois de ser abusada e drogada por um aliciador. Após tantas violências, a jovem pegou uma das armas de Allen e atirou contra ele para fugir. Um julgamento de 2004 condenou Cyntoia por roubo e prostituição.

Durante o julgamento, a jovem contou que foi agredida, sufocada, violentada e ameaçada com armas apontadas para a cabeça no cativeiro. Porém, os promotores avaliaram que a causa do assassinato foi roubo porque ela fugiu com uma carteira e uma arma. Nesta semana, o caso voltou a ganhar destaque com a manifestação pública de alguns famosos.

Além de Kim Kardashian, Rihanna, Cara Delevigne e Lauren Jauregui se manifestaram pedindo a libertação da jovem de 29 anos, que está presa há 13 anos. Cyntoia terá direito a pedir liberdade condicional após 51 anos na cadeia.

“Nós mudamos a definição de justiça pelo caminho? Algo está terrivelmente errado quando o sistema deixa passarem esses estupradores e a vítima é presa pelo resto da vida! A todos vocês responsáveis pela sentença dessa jovem, eu peço a Deus que não tenham filhos, porque esta poderia ser a sua filha punida por já ter sido punida”, disse Rihanna.

Cara Delevingne considerou o caso de Cyntoia “completamente insano”, e disse que o “sistema de Justiça está completamente invertido”.

The justice system is so backwards!!! This is completely insane #freecyntoiabrown

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Lauren Jauregui questionou se o abusador de 43 anos teria sido condenado à prisão perpétua. “Ele não teria sido. Nós precisamos parar de punir e culpar as vítimas”, explicitou a cantora.

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