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Testei o LG Optimus G, novo topo de linha da marca no Brasil

Na sexta-feira passada, recebi o LG Optimus G para testar durante alguns dias. De antemão, aviso: nunca havia brincado com um Ansdroid antes e fiquei encantado com o negócio.

Percebi que o iOS é para quem quer “usar” o celular de uma forma mais simplificada e direta e o Android possibilita um mundo de customização e possibilidades que, até agora, eu não consegui explorar tudo!

Mas vamos lá: o Optimus G tem uma grande tela de 4,7 polegadas, o que é ótimo. Câmera de 13MP, suporte para rede 4G e tecnologia NFC. Além disso, ele é superleve: pesa apenas 127 gramas e tem 10 mm de espessura. E, sério, o celular é lindo, lindo, lindo e elegante. Além disso tudo, ele é potente, já que conta com um processador Qualcomm Snapdragon de quatro núcleos com frequência de 1,5 GHz, memória RAM de 2 GB e placa gráfica 320.


Comparação de câmeras dos aparelhos. O Optimus tem a opção de tirar várias fotos em um clique para você escolher a melhor!

Olha só, eu gostei bastante do celular. Muita gente criticou a interface da LG via Facebook, mas eu curti. Confesso, o touch não é dos melhores e nisso o iPhone está anos na frente. Assim como a usabilidade de alguns aplicativos, que fica bem mais complexa no Android.

O aparelho é MUITO rápido. Assim, rápidão mesmo. Fiquei testando o tempo de abertura de alguns apps via iPhone e via Optimus G e, em vários, o Optimus saiu na frente. Jogos, OK, que geralmente são mais pesados e complexos. O celular raramente trava e as transições de suas várias telas são bastante suaves. Ponto positivo pro LG. No meio tempo, meu iPhone travou algumas vezes e eu até precisei reiniciá-lo.

Não estou puxando farinha para o celular, não. Eu realmente gostei da usabilidade e fiquei bastante curioso para ver até onde o troço vai. Passei o final de semana fuçando e instalando apps, baixando músicas, jogando e tentando navegar em apps comuns, como FB e Twitter. No Instagram, até postei uma foto tirada com o aparelho. Óbvio, logo que recebi, a primeira coisa que fiz foi tentar instalar o Facebook Home. Infelizmente, o sistema não é compatível com o aparelho =(.

Coisas que me confundiram um pouco: o botão voltar, que fica abaixo. Acostumei com o único botão do iPhone e, por isso, foi complicado ficar indo com o dedo até lá embaixo para voltar a tela. O smartphone tem 4.7 polegadas e eu até o considerei como um phone-tablet, de tão grande que é. A usabilidade de alguns apps também ficou um pouco mais complicada. O iOS é bem mais pensado para o usuário final, que gosta de algo simples e rápido. O touch, também, me deu um pouco de preguiça. É BEM difícil digitar com uma tela gigantesca!

Outra coisa que me chamou a atenção: a bateria do negócio parece ser interminááááááável! Eu usei pelo final de semana todinho e ainda não precisei carregar. Ontem, deixei o celular ligado o dia todo e vim trabalhar, ou seja, ele ficou em standby o dia todo e NEM UM POR CENTO FOI USADO! Ah, ele vem com uma daquelas canetinhas mágicas para você não deixar o seu celular todo oleoso, tá?

Para quem se interessou, o aparelho foi lançado no Brasil este mês pelo preço de R$ 1.999. Sim, ele veio para competir com o Galaxy e o iPhone e, por isso, o preço é alto. É um high-end, né?

por Caio Caprioli em 23/04/2013 11:03

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