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Os 10 melhores álbuns de 2012 até agora…

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O ano de 2012 já andou bastante e trouxe muita coisa boa para os nossos ouvidos. Abaixo, você confere (e ouve!) uma lista que preparamos dos 10 CDs mais legais de 2012 até agora…


1) Fiona Apple: “The idler Wheel…”

Não é porque “The Idler Wheel…” tem provavelmente o maior nome de CD de 2012 (são 23 palavras!) que ele encabeça a lista. E também não é só porque a americana Fiona Apple é extremamente orgânica e original em suas letras. “The Idler Wheel…” é um CD pop que se difere ferozmente de tudo que se ouve de música pop hoje em dia. É grudento, mas sonoramente provocador. E lembra aos amantes de Rihannas e Britneys que o cotidiano de um ser humano normal também contém tristezas, angústias e paixões palpáveis além de festa 24h.


2) Lana Del Rey: “Born To Die”

A jovem Lana Del Rey nasceu no meio de uma série de polêmicas sobre sua capacidade artística e sobre quantas pessoas estava por trás da construção da imagem dessa menina. Isso tudo borrou um pouco a beleza do CD “Born To Die”, que é, sem dúvida, uma das coisas mais diferentes que você vai ouvir este ano. Lana tem o mais importante para uma artista hoje em dia: se você fechar os olhos e começar a tocar uma música desconhecida dela, você a reconhecerá sem problemas.


3) Azealia Banks: “1991″ e “Fantasea”

O “1991″ tem só quatro músicas e o “Fantasea” é uma mixtape (com 19 músicas, tudo bem). Mas é o seu frescor que Azealia empresta à música que faz com que ela esteja nessa lista. Ela fala o que pensa – e paga um preço por isso, arrumando briga com outros artistas, com gravadoras e com empresários. Mas não é disso que se faz um artista? A visão da vida de Azealia está em todas as músicas, nas letras espertas, às vezes safadinhas, na maneira de se vestir… Se você ainda não ouviu, dê atenção a ela.


4) Jack White: “Blunderbuss”

O “Blunderbuss” mostra com facilidade que talvez Jack White seja o músico de rock americano mais importante dessa geração e o que vai ter seu nome projetado no futuro como Bob Dylan é hoje em dia. A crueza do rock americano sem cair em estereotipada faz desse CD um clássico da música que merece ser ouvido.

A lista continua…


5) Nicki Minaj: “Pink Friday: Roman Reloaded”

Você não pode ter chegado até a metade de 2012 sem ouvir este que é um dos mais legais, animados, criativos e divertidos CDs do ano. Com o “Roman Reloaded”, Minaj acentua a excentricidade que ela rascunhou no “Pink Friday” e leva a bizarrice a outro nível. Os clipes são bregas? Sim. As músicas são exageradas? Sim. Existe uma festa hoje sem Nicki Minaj? Não! Nicki, cujo real nome é Onika, assina boa parte das letras do CD – provando que ela é muito mais do que uma rapper, uma vocalista ou uma pessoa completamente maluca. As letras foram feitas para tirar sarro e não se levar a sério. É diversão pura.


6) Madonna: “MDNA”

Esse não é o melhor trabalho da Rainha do Pop, tampouco o que traz as letras mais legais de sua carreira. O “MDNA”, no entanto, é uma declaração de direitos disfarçado de CD. Com esse álbum um pouco introspectivo, Madonna usa elementos de toda a sua história na música para dizer, mais de 20 anos depois, que boa parte do que se ouve no rádio hoje em dia foi ela quem introduziu à música. Nesse sentido, o “MDNA” serve muito mais como uma espécie de testamento de que Madonna não está aqui para ser ignorada do que como um disco para fazer as pessoas dançarem. Se é justo? Se há uma cantora que pode fazer isso na música pop atualmente é ela.


7) The Shins: “Port of Morrow”

A banda americana The Shins não tem um sucesso de público e de imprensa como os vizinhos de estado The Killers, por exemplo. Mas o quinto álbum de estúdio deles, “Port of Morrow”, mostra que eles estão longe de morrer por isso. O trabalho potencializa a herança daquela que talvez seja a mais famosa música do grupo, “New Slang”, de 2003. A doçura dos vocais e a delicadeza das remixagens tornam esse CD e o The Shins difíceis de fazer alguém enjoar desse som “delicinha”.


8) Ed Sheeran: “+”

O álbum de estréia de cantor inglês de “voz e violão” foi lançado despretensiosamente ao final de 2011 no Reino Unido. E fez um sucesso estrondoso no início desse ano em toda a Europa. O “+”, que, no Brasil, foi lançado em maio de 2012, mostra um cantor de 21 anos cantando sobre a vida que conhece até então. Frustrações amorosas, paixões platônicas e desapontamentos. Mas é a voz angelical e as melodias pop doces que fazem um fã de Ed Sheeran ficar completamente viciado neste CD que você não pode deixar de ouvir.


9) Norah Jones: “…Little Broken Hearts”

O novo trabalho da americana Norah Jones é um álbum cuja construção lembra muito o “21″ de Adele. É um CD pós-relacionamento frustrado. Mas, se Adele apostou na dor e nas lágrimas, Jones aposta na raiva para desenvolver o “…Little Broken Hearts”. Ao longo do álbum, é perceptível a decepção causada por um término de um relacionamento com corações partidos (“4 Broken Hearts) e com referências até a uma possível amante em”Miriam”. Um novo CD de Norah Jones, que já ganhou 8 prêmios Grammy, merece ser ouvido.


10) Regina Spektor: “What We Saw From The Cheap Seats”

O primeiro CD em três anos dessa cantora russa radicada nos Estados Unidos é responsável por relembrar à música pop de 2012 que a arte, no sentido mais puro da palavra, pode andar de mãos dadas com o que é popular. A representação máxima dessa afirmação dentro do álbum é a música “All the Rowboats”, uma canção sobre uma obra de arte, mas com uma força e com um apelo pop incríveis. É isso basicamente que define Regina: uma compositora com sede de produzir e com a calma, ao mesmo tempo, para refletir sobre a sua produção. “What We Saw…” é sem dúvida um dos trabalhos para se prestar a atenção neste ano.

* conteúdo patrocinado por OiRdio*

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